Hoje, o povo brasileiro vive uma condição de extremismo de opinião, a popularidade do governante é oito ou é oitenta. Em um só mês, a presidente Dilma marcou duas condições históricas: a de ser a mais popular no período e a mais impopular em curto espaço de tempo. Ao todo, perdeu 35% (trinta e cinco pontos percentuais) em quatro semanas. Pareceu perplexa com as manifestações, mesmo depois de discursar firulas com o Velho do Restelo, e ele não perdoou. Esta semana deverá ser a última de desses protestos massivos. Ninguém consegue brigar o tempo todo. Infelizmente, o fim de um casamento sem conserto é o divórcio. Entretanto, como o povo vive extremismo de opinião, um grande feito de Dilma, dentro da vontade da massa populosa, pode-lhe reverter tudo. Os que estão nas ruas querem a Cristo ou a Barrabás sem saber quem é um ou outro, poderiam ser quaisquer outros nomes ou feições. Esse sentimento de intolerância tem sido alimentado por diversos anos. As políticas que demandaram a busca de direitos humanos e civis, foram políticas inflexíveis de moto fanático sem dialogar com os diversos setores da sociedade. Atualmente, no Brasil, e também em outros lugares mundo, quem defende os direitos dos gays está em pé de guerra com quem não defende. A defesa desses direitos escondem animosidades sub-reptícias, para muitos, ser a favor da “causa gay” é o novo “não gosto de crente.” O evangelicalismo que está na mídia, porque se arroga representar a classe evangélica, ainda que ela não tenha sido consultada para isso, resolve devolver na mesma moeda, no espírito da Lei de Talião: bateu, levou. Há muito tempo que os oficialmente envolvidos com os direitos humanos são questionados pela sociedade. Os agentes desses direitos não pactuaram com a sociedade por suas subjetivas intolerâncias ideológicas; e o PT fez questão de dividir o Brasil. Não basta ter uma causa, é preciso estar contra uma outra que se dividem nos grupos: mulheres vs. homens, negros vs. brancos, imprensa golpista vs. imprensa progressista, civis vs. militares, novos vs. velhos, índios vs. brancos, gays vs. evangélicos; esqueceu-se que a nação é um todo. Admira-me que os governos estejam cada vez mais interessados em regular as particularidades humanas. Sexo, por exemplo, é assunto particular. O Estado esquece a despensa para atender ao que acontece no leito. A tentativa de manipulação deixou a paciência do limite, porque o básico está em último lugar. O povo nas ruas é um "não aguento mais" para partidarismos que nada resolvem. Em nome da ideologia, colocaram uma bala de Mentos na geração Coca-Cola, já vazando para estourar. Em cima de quem for, não haverá tempo para esquivas.
domingo, 30 de junho de 2013
segunda-feira, 17 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Indígenas brasileiros criam rede de igrejas evangélicas
Apesar da organização, os pastores não influenciam nos atuais conflitos por ocupação de terras.
Por Leilane Lopes
Por Leilane Lopes
FOLHA DE SÃO PAULO
A União das Igrejas Evangélicas da América do Sul (Uniedas) é uma organização com mais de 30 anos, mas que hoje é coordenada por terenas, um grupo de indígenas brasileiros, que conta com 25 igrejas e 8 congregações cadastradas.
A maioria delas está no estado do Mato Grosso do Sul, são 22 instituições religiosas no total, as restantes estão em Rondônia e em Mato Grosso.
Fundada em 1972 por missionários alemães, a Uniedas hoje tem como líderes alguns pastores terenas como Ricardo Poquiviqui que está à frente de uma igreja em Campo Grande que tem 60 membros, a maioria índios terenas.
“Dez, vinte anos atrás, o índio era muito discriminado. Às vezes, quando ia a uma igreja, não se sentia bem, daí a necessidade”, explica ele.
Hoje os terenas contam até com uma tradução bíblica em sua língua, mas as celebrações ainda são feitas em português, pois os jovens não possuem conhecimentos na língua terena.
A Uniedas não tem muita participação nessa crescente disputa de terras em Mato Grosso do Sul, o trabalho está focado na orientação e na vida espiritual dos índios.
“Estamos cansados de reuniões. Já falamos com todo mundo que tínhamos de falar. É deputado, governador, ministro, não tem mais com quem falar. É por isso que estourou”, disse o pastor Ricardo que sabe que com mais acesso à educação superior, os índios passaram a entender seus direitos.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Comissão aprova a Lei das Religiões
Fonte: Tribuna do Norte
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou ontem projeto de lei (PLC 160/2009) que trata das garantias e dos direitos fundamentais ao livre exercício da crença e dos cultos religiosos – a chamada Lei Geral das Religiões. A proposta é de autoria do deputado George Hilton (PRB-MG) e regulamenta dispositivos constitucionais que garante o livre exercício de crenças. Em razão de acordo de líderes, a matéria, que deveria passar por exame da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), segue diretamente para o Plenário.
O projeto, relatado pelo senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi aprovado com cinco emendas. De acordo com uma delas, apresentada pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), o Estado vai assegurar os direitos constitucionais das denominações religiosas, seja qual for a sua constituição jurídica. No entanto, será exigida personalidade jurídica para realizar parceria com o Estado em atividades de interesse público.
Também por emenda de Rollemberg, instituições religiosas, mesmo sem organização formal, poderão oferecer assistência religiosa em hospitais e estabelecimentos de internação coletiva como presídios. Igualmente, a prestação de assistência religiosa em quartéis das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) e das Forças Auxiliares (polícias militares e bombeiros) poderá ser feita por qualquer religião ou crença. Ao acatar as emendas de Rollemberg, o senador Eduardo Suplicy ressaltou que a exigência de registros das associações religiosas, como previsto no projeto apresentado pelo deputado Hilton, iria inviabilizar o exercício de religiões de matriz afro-brasileiras, uma vez que, em sua maioria, as casas de culto ou comunidade de terreiros são de estrutura familiar.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
As 10 profissões menos promissoras
A revista americana Forbes, levando em consideração o mercado de trabalho nos Estados Unidos,fez um ranking com as dez profissões menos promissoras.
Foram usados quatro critérios: salário dos recém formados, salários dos profissionais mais experientes, taxa de desemprego entre recém formados e taxa de desemprego entre profissionais mais experientes.
A pesquisa considerou recém formados os jovens entre 22 e 26 anos, e os mais experientes, os profissionais com idades entre 30 e 54 anos.
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Bom dia, redes sociais!
É uma síndrome de nosso tempo sofrer de megalomania. Isto só ocorre porque nos determinamos a fazer de todos anões. Não somente em estatura social, principalmente em valores e sentimentos, nos apequenamos.
Ora, sabemos que no fundo, a história, não a da historiografia, a do homem que conta o homem, reconhece finalmente o louco delirante que buscou sempre fazer tudo diferente de todos. O iluminado nunca é um politicamente correto em seu tempo, somente depois os megalomaníacos terminam por reconhecê-lo como paradigma, antitético muitas vezes. Entretanto, tem o louco delirante, no seu tempo, alto senso de dignidade humana evidenciando-o como insuportável aos seus vizinhos indignos. É cego quanto à realidade convencional, não a respeita. Ama embriagadamente, um sem-vergonha. Age como se todos fossem dignos de confiança, abestalhado. Como se todos fossem bons, idiota. Amáveis, platônico. Lindos, péssimo gosto. Admiráveis, iludido. E, assim, quase sem querer, vai deixando um rastro de luz por onde quer que passe. Porque resolveu se encantar, porque se apaixonou, porque abraçou com calor e amor, sorriu e é feliz.
Imagine se todos fossem como eu e você, também educados, comportados e cheios dos mais boníssimos sentimentos. Todavia, apesar de tudo isso, de todos buscarem ser assim, não se entende como há tanta maldade no mundo; em um mundo feito somente por gente que se considera tão boa. A megalomania da bondade ocorre quando falta a ação da bondade. Não basta querer ser bondoso, é preciso ser benigno.
Ora, se há tantas famílias perfeitas – a de cada um é sempre a melhor do que a de todos – como o nosso mundo tornou-se tão ruim? E logo se pensa que se, os outros, não fossem tão maus, como este mundo seria bom.
Enfim, a megalomania da bondade impede que reconheçamos que normalmente só sabemos fazer o que foi feito conosco. Que só conseguimos tratar bem a outrem se fomos bem tratados. Ignoramos porque também fomos ignorados. Odiamos porque nos odiaram. Maltratamos porque nos maltrataram.
Paremos esse moinho humano. Sejamos iluminados. Façamos a diferença. Não basta querer ser, precisamos ser fazendo. Ninguém é feliz sozinho. Ou a sociedade melhora ou ela acaba para todos. Amar ao próximo não é mais uma questão de idealismo místico. Amar ao próximo é uma questão de sobrevivência. Se não formos solidários com a raça humana, liquidaremos nossa espécie. Se não tratarmos bem uns aos outros, seremos destruídos. Infelizmente, o moinho da megalomania da bondade continua rolando. Eu também desejo parar.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Sabotagem vocacional
Não tenho certeza se a epígrafe acima pertence ao Jô, mas é bem seu estilo. Creio haver poucas pessoas que discordam dela, uma amizade profunda, bem fundamentada e estruturada pode sim tombar diante de uma avalanche de canalhices. E creio também que podemos ampliar a epígrafe para outras áreas da vida. Por exemplo, para a área profissional. Boa parte das pessoas motivadas para algum trabalho, admitem ter vocação, na qual seriam felizes por fazerem aquilo que gostam. Fico imaginando o ser humano que tendo conhecimento de sua vocação e habilidade para determinada tarefa lutou com unhas e dentes, deu sua vida para assumi-la, e de repente vê-se limitado por uma série de dificuldades. Dificuldades outras das que ele imaginava haver e às quais já estava vacinado. Uma espécie de sabotagem de sua vocação. Infelizmente é o que ocorre com recursos humanos de diversas corporações. O indivíduo entra com sonhos, até com os pés no chão, mas essa tal série de canalhices e politicagens faz com que seja repensada a tal vocação. Não por seu fim, mas por duvidar que aqueles que estão ao seu lado concorrem para o mesmo bem, ou se de fato lhe querem bem. O indivíduo estuda a vida inteira, sacrifica-se, para assumir determinado posto de trabalho e ali poder ajudar ao próximo da melhor forma possível, com toda garra que pode. Entretanto, as deficiências institucionais, muitas vezes, terminam por tolher o vocacionado. De repente, o indivíduo que não almejou, não sonhou a vocação termina por preencher um buraco que seria para o vocacionado uma cordilheira de oportunidades. Puxam-se os tapetes, vão-se as oportunidades, quebram-se as esperanças, ecoa a mesmice. Uma sequência de malfazejos terminam por minar a estrutura do sonho individual agora abalado. Olha para os recursos institucionais e não vê saída. Observa serem beneficiados aqueles que lhe são pares e que não são. Transforma-se em um patinho feio. Enfim, as críticas: está desestimulado porque não tem vocação, não dá para o serviço, é isso ou aquilo. E esquece-se que até ali rajadas de canalhices foram dispensadas, minando-lhe a falta de perspectivas e a esperança de mudança. É um ensino para que prestemos mais atenção ao ser humano que está do outro lado, se o cuidamos, se o estimulamos ou se de fato estamos batendo o machado às suas raízes, muitas vezes calcado naquilo que achamos comum ou corriqueiro. Como nos faz refletir o provérbio bíblico: “Como o louco que lança fogo, flechas e morte, assim é o homem que engana a seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira.” (Provérbios 26:18-19)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Último Capítulo da Caverna do Dragão - Significado e conclusão
Quem nunca questionou qual seria o fim e o significado do desenho animado "A Caverna do Dragão"? O final nunca foi veiculado, mas o último capítulo foi escrito. Como ele é enorme, recortei e adicionei para que se compreenda. Alguns dizem que este é somente mais um final dentre os três escritos.
"Todos olham e reagem à medida que a luz tremeluzente começa a brilhar. O Vingador continua preso pelo feitiço luminoso. Ele começa a se transformar na figura nobre e majestosa esculpida no sarcófago. Ele olha para si mesmo, incrédulo. Quando fala, sua voz é aquela do Vingador, mas sem aquele tom sinistro. Os garotos assistem com espanto. Hank ergue seu arco em um gesto de triunfo.
- Eu estava certo! Nossa missão no Reino não era derrotar o Vingador. Era redimi-lo!
O novo Vingador se aproxima dos garotos. Então, diante deles, um clarão de luz prismática aparece e toma a forma do Mestre dos Magos. Ele olha para o Vingador e sorri. O Vingador se ajoelha à sua frente.
- Pai… Eu retornei.
Uni lambe a mão do Vingador enquanto o Mestre dos Magos, com lágrimas nos olhos, se volta para os garotos.
- Obrigado, meus jovens pupilos. Vocês fizeram a única coisa que não estava em meu poder fazer… vocês trouxeram meu filho de volta para mim.
Os garotos olham uns para os outros confusos.
- Você é o pai do Vingador?!
- Não há muita semelhança familiar…
- Milhares de anos atrás – sorri o Vingador - eu escolhi seguir um Mestre que servia ao Mal. Aprisionei neste cenotáfio tudo aquilo que o Mestre dos Magos havia me concedido. E agora vocês me libertaram.
O Mestre dos Magos ergue as mãos e um raio final sai da abóbada, atingindo o chão próximo aos garotos, formando um portal. Dentro dele é possível ver o parque de diversões. Os garotos suspiram.
- E vocês deram àqueles, presos neste Reino, sua liberdade. Eu não posso fazer menos. Vocês estão livres para retornar ao seu mundo, se quiserem.
Os garotos olham uns para os outros em alegria incrédula, à medida que o Mestre dos Magos prossegue:
- Ou vocês podem permanecer aqui, no Reino. Ainda há muito mal a combater e muitas aventuras a ter.
Os garotos e Uni permanecem diante do portal, tendo o Mestre dos Magos de um lado e o Vingador do outro.
- A escolha, meus jovens, é de vocês.
Os garotos olham uns para os outros, sorrindo, lágrimas de felicidade em seus olhos, prontos para tomar a maior de todas as decisões."
FIM.
domingo, 2 de junho de 2013
CAPELÃES ENFRENTAM TANTO TRAUMA QUANTO SOLDADOS PARA QUEM MINISTRAM FÉ
Pesquisa da Universidade do Kansas mostra que 20% dos capelães apresentam sinais de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático
Fonte: DEFESANET
David Bowlus cresceu em uma fazenda em Ohio, filho de um médico que atuou no Exército americano durante a Segunda Guerra Mundial. Muitas vezes ele subia furtivamente no sótão de sua casa para experimentar o uniforme de seu pai como se fosse parte de seu destino. Aos 16 anos, em uma viagem de família para West Point, ele assistiu a uma marcha de cadetes e descobriu o que queria para o seu futuro.
Depois de se formar na academia, como um oficial treinado para a guerra, ele passou a cumprir os deveres militares em tempo de paz dos anos 90. O mais perto que Bowlus chegou do combate antes de se aposentar do Exército em 1998, foi uma rodada de jogos de guerra, travada com armas que disparavam raios laser.
Mas agora, Bowlus, 40 anos, já serviu mais do que a sua parte de tempo sob fogo cruzado, tendo retornado ao serviço ativo em 2002. Ele fez oito incursões de dever, chegando à patente de major. Ele fez isso, no entanto, na sua segunda encarnação no Exército, como capelão.
Naqueles primeiros anos, ele segurava seringas e gaze para um médico, enquanto rezava o salmo 23 diante de um soldado baleado durante uma operação em Mosul, no Iraque. Ele administrou os primeiros socorros e a palavra de Deus aos homens atingidos por granadas propelidas por foguetes quando o Taleban emboscou seu comboio. Ele acalmou pais em luto e supervisionou o transporte de caixões.
Tudo isso o impregnou com um propósito, mas também testou sua resistência, tanto psicológica quanto teologicamente. Bowlus faz parte de um grupo de capelães militares que passa pelas mesmas convocações múltiplas que os soldados americanos nessa quase uma década de guerra no Afeganistão - e também no Iraque - e sofreu abalos emocionais semelhantes.
"Eu me vi em uma encruzilhada de dar tudo o que eu tinha e ter de encontrar uma maneira de encher o meu reservatório", disse Bowlus, recordando o seu momento mais difícil. "Eu percebi que a minha paixão por Deus e meu amor pelas pessoas foi diminuindo. Eu me importava, mas eu não me importava tanto quanto no começo, quando eu passava pelos momentos com de maneira carinhosa”.
Os desafios de Bowlus, a sua luta e sua recuperação final - a tal ponto que agora ele instrui capelães na escola das Forças Armadas em Fort Jackson - revelam as experiências de seus pares. Além disso, também diferenciam esse grupo de capelães militares de seus antecessores na era da Guerra do Vietnã, o último período de combate americano contínuo no exterior.
sábado, 1 de junho de 2013
Nativos e Imigrantes Digitais
Leia entrevista do autor da expressão 'imigrantes digitais'
PATRICIA GOMES
FOLHA DE SÃO PAULO
Folha - Como o senhor define nativos e imigrantes digitais?
Marc Prensky - Nativos digitais são aqueles que cresceram cercados por tecnologias digitais. Para eles, a tecnologia analógica do século 20 --como câmeras de vídeo, telefones com fio, informação não conectada (livros, por exemplo), internet discada-- é velha. Os nativos digitais cresceram com a tecnologia digital e usaram isso brincando, por isso não têm medo dela, a veem como um aliado. Já os imigrantes digitais são os que chegaram à tecnologia digital mais tarde na vida e, por isso, precisaram se adaptar.
Quais são as características dos imigrantes digitais?
Muitos têm dificuldade em deixar antigos métodos para trás. Exemplos disso são imprimir e-mails ou não usar a internet como primeira fonte de informação. A distinção é mais cultural e de atitude.
Um imigrante digital consegue ensinar um nativo digital?
Depende do que você entende por "ensinar". Se você quer saber se os mais velhas podem orientar os mais novos, fazendo as perguntas certas, a resposta é "sim". Se você quer saber se os jovens vão ouvir os mais velhos falar sobre coisas que não acham importantes, a resposta é "não". A educação precisa ser menos sobre o sentido de contar, e mais sobre partilhar, aprender junto.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
SIMULADOR PREPARA CAPELÃES MILITARES PARA O COMBATE
Por Mark Pinsky
ORLANDO, Flórida – A silhueta animada na tela do computador move-se cuidadosamente entre os feridos, os lances partem de uma silhueta a outro avatar tombado ao chão. Rastejando junto aos médicos de combate, o capelão militar uniformizado ajoelha-se e faz a “triagem espiritual”, avalia quem está morto, quem está prestes a morrer e quem provavelmente sobreviverá.
Sobre o morto, uma oração silenciosa. Sobre os gravemente feridos e aqueles com dor, as palavras de conforto. Logo se verifica as plaquetas de identificação (dog tags) para saber qual a fé, religião, daquele que tombou em combate. O pastor tem uma linguagem compatível com cada tradição religiosa. Em cada ponto da ação, um aviso requer do usuário se o que ele está pensando é a resposta apropriada e, em seguida, oferece o retorno (feedback) de suas escolhas.
Dizem os veteranos que somente uma situação real é capaz de preparar alguém para atuar sob o fogo. Todavia, uma empresa de simulação computadorizada fez um contrato de 100 mil dólares com o laboratório do Centro de Pesquisas de Tecnologia em Simulação do Exército do EUA, de Orlando, para trabalhar em um programa com a concepção de desenvolver as competências dos capelães militares.
O protótipo inclui uma variedade de cenários de batalhas, teatro de operações, e vinhetas, com expectativa de ser entregue ao exército americano ainda no meio do ano, de acordo com os funcionários do laboratório. Se for aceito pelo Departamento de Defesa, é provável que passe a fazer parte do currículo da escola de formação de capelães no Forte Jackson, Columbia, na Carolina do Sul.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Lei Geral das Religiões
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realiza audiência pública na quinta-feira (23), às 9h, para debate sobre o projeto de lei que estende às religiões em geral os direitos desfrutados pela Igreja Católica no Brasil (PLC 160/2009).
Foram convidados para a audiência pública o presidente da Conferência Nacional dos Bispas do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno Assis; o presidente da União Nacional das Entidades Islâmicas, Mohamad El Bacha; e o presidente da Federação Espírita Brasileira, Antonio Cesar Perri de Carvalho.O projeto trata dos direitos e garantias fundamentais ao livre exercício da crença e dos cultos religiosos. Com 19 artigos, estende a todas as religiões direitos como representações nas capelanias das Forças Armadas, criação e administração de universidades e prestação de serviços em hospitais e entidades de assistência social.
Também participarão do encontro o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luiz Antonio Cunha; a coordenadora de Política de Diversidade Religiosa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Marga Ströher; o titular do Juizado de Violência Doméstica Contra a Mulher de Porto Alegre (RS), Roberto Arriada Lorea; Silvio Ramos Garcez, membro titular do Conselho Nacional de Umbanda do Brasil; e Sylvio Santos Sobrinho, membro do Comitê Nacional de Diversidade Religiosa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Vida, Vale de Ossos Secos
O profeta Ezequiel teve por missão alertar espiritualmente os israelitas durante o Cativeiro da Babilônia a partir de 586 a.C. Suas mensagens eram direcionadas aos cativos da Babilônia e aos moradores da Jerusalém devastada pela guerra, pelo despojo e pelo caos.
O profeta perante o caos pátrio, nacional e humano tinha o papel de continuar levando a Palavra de Deus desafiando-os neste momento difícil de seu povo. Percebendo a divagação do profeta, a tristeza e sofrimentos subjetivos, diante de tudo que presenciava na nação em hecatombe, Deus, o Senhor lhe dá a visão:
“Veio sobre mim a mão do SENHOR; ele me levou pelo Espírito do SENHOR e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos. Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: SENHOR Deus, tu o sabes. Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR. Assim diz o SENHOR Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o SENHOR. Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito. Então, ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o SENHOR Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso.” (Ezequiel 37:1-10)
A visão realista diz-nos sobre um evento de ocorrência no futuro, nos últimos tempos da restauração de Israel. É um ensino da ressurreição para o então momento presente da nação. A pergunta de Deus para o profeta: “Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos?” Chamando-o de filho do homem, Deus reconhece sua total condição humana, temporária, finita e limitada para lidar com o caos. Humanamente falando, não esperança para um vale de ossos, a morte nos desespera, a morte é o nosso fim. Ezequiel não duvida, mas não se anima, e responde: “SENHOR Deus, tu o sabes.” Uma percepção totalmente natural para qualquer um de nós, Deus pode, mas ele fará?
É muitas vezes assim que nos encontramos diante da desesperança, diante dos casos e causas perdidas, diante da impossibilidade da resolução humana, diante do impossível dos impossíveis, um vale de ossos secos.
Mas o Senhor Deus em tudo nos dá esperança, disse o profeta: “Profetiza a estes ossos e dize-lhes: “Ossos secos, ouvi a palavra do SENHOR. (...) Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis.”
Ele falou, houve um ruído, barulho de ossos juntando com ossos, que criaram nervos, tendões, que se revestiram de carne, músculos e fibras, e por fim foram cobertos de pele.
Até esta parte da visão do futuro de Israel já era suficiente para que este filho do homem compreendesse o poder de Deus, os corpos estavam ali intactos, porém sem vida. É muitas vezes como nos encontramos, Deus principia a realizar em nossas vidas e já então podemos imaginar que é o suficiente. Entretanto, ainda não, Ele quer fazer a obra completa. Não queria Deus reconstituir a nação de Israel em sua materialidade, mas como um todo. E ordenou ao profeta: “Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem (...). Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso.”
Observe o texto bíblico, a restauração de Israel é já e ainda não. Naquele momento histórico, Deus não fez com que corpos tivessem vida novamente, mas restaurou a nação de Israel, trazendo-a novamente a Terra Santa. Deus mostrou o que ele faz para que Ezequiel tivesse ânimo, para que ele entendesse que aquele momento perturbador da nação seria passageiro. Na promessa da vida eterna, Deus mostrou a promessa do dia seguinte.
Em suma, o ensino é que não importa quão desesperador possa ser sua condição ou problema, o Senhor dos Exércitos, o Deus de Jacó, tem o poder de mudar e mudará. É a mensagem de esperança na desesperança. Ainda que os montes se mudem e a terra se transtorne, Deus é quem nos tira de uma condição de morte para a vida terrena, de uma condição de vida finita para a infinita, a promessa da vida eterna. A morte não é o fim, mas o começo da... Então, busquemos a Deus, profetize aos ossos secos de sua vida e Deus realizará maravilhosamente.
domingo, 12 de maio de 2013
AS DEZ MAIORES DESCOBERTAS DA ARQUEOLOGIA BÍBLICA
O erudito evangélico estadunidense Walter Kaiser Jr. (1933- ) enumerou uma seqüência de descobertas como sendo as dez mais importantes da Arqueologia Bíblica.
Outras descobertas significantes:
I. Os Amuletos de Ketef Hinnom (1979), contendo o mais antigo texto do Antigo Testamento (séc. VII-VI a.C.), descoberto por um arqueólogo bíblico, o húngaro-israelense Gabriel Barkay (1944- )
Entre 1975 e 1980, Gabriel Barkay descobriu alguns sepulcros em Ketef Hinnom, um sítio arqueológico perto de Jerusalém, com uma série de câmaras funerárias cortadas na pedra, em cavernas naturais. O local parecia ser arqueologicamente estéril e tinha sido usado para armazenar armamento durante o período otomano. A maior parte daqueles sepulcros tinha sido saqueada há muito, mas felizmente o conteúdo de Câmara 25 foi preservado devido a um aparente desabamento parcial do teto da caverna, ocorrido também muito tempo antes. O sepulcro foi datado como entre os séculos VII e VI a.C., antes do exílio. O sepulcro continha restos de esqueletos de 95 pessoas, 263 vasos de cerâmica inteiros, 101 peças de joalheria, entre elas 95 de prata e 6 de ouro, muitos objetos esculpidos de osso e marfim e 41 pontas de flechas de bronze ou de ferro. Além disso, havia dois pequenos e curiosos rolos de prata, sendo que um deles tinha cerca de uma polegada de comprimento e menos de meia polegada de espessura, enquanto que o outro tinha meia polegada de comprimento e um quinto de polegada de espessura. Admitiu-se que esses rolos fossem usados como amuletos e que contivessem alguma inscrição. O processo ultradelicado, desenvolvido para abrir os rolos de papel sem que o mesmos se desintegrassem, levou três anos. Quando os rolos foram abertos e limpos, a inscrição continha porções de Números 6:24-26: O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti... e te dê a paz. Esta inscrição é uma das mais antigas e melhor preservadas contendo o nome do Deus Israelita: YHWH ou Jeová. Os chamados de Amuletos de Ketef Hinnom, na realidade dois rolos de papel de prata minúsculos achados na câmara funerária 25 da caverna 24 de Ketef Hinnom, contêm a mais antiga inscrição biblica (~600 a. C).
II. O Papiro de John Rylands, redescoberto (1934) por C. H. Roberts na Biblioteca John Rylands (1801-1888) em Manchester, Inglaterra.
Conhecido como o mais antigo texto escrito do Novo Testamento (125).
III. Os Manuscritos do Mar Morto (1947), casualmente descobertos por um grupo de pastores de cabras.
Na sua maioria, escritos antes da era cristã e guardados em rolos, dentro de vasilhas de barro.
IV. A Pintura Mural Tumba de Beni Hasan (1923), Tebas, uma pintura mural da tumba de um nobre em Beni Hasan, Egito, que data do tempo de Abraão ( ~ XIX a. C.)
A descoberta revelou como era a cultura patriarcal por volta de dois anos antes de Cristo.
V. A Estela de Tel Dã (1993), cuja descoberta provou, sem sombra de dúvidas, a existência do rei Davi (1015-975 a. C.) e seu reinado.
Placa comemorativa sobre conquista militar da Síria sobre a região de Dã. A inscrição traz de modo bem legível a expressão "casa de Davi", que pode ser uma referência ao templo ou à família real. O mais importante, todavia, é que menciona, pela primeira vez fora da Bíblia, o nome de Davi, indicando que este foi um personagem real. Esta descoberta também fez mídia admitir que a Bíblia pode ser tomada como fonte de documentação histórica.
VI. O Tablete 11 (1872) do épico de Gilgamés, descoberto pelo arqueólogo bíblico e assiriologista inglês George Smith (1840-1876)
A descoberta deste documento provou a antigüidade do relato do dilúvio.
VII. A Fonte de Giom, a Ha Gihon (1833), mencionado em 2 Samuel 2:13 e Jeremias 41:12, pesquisada pelo arqueólogo estadunidense Edward Robinson.
A Inscrição de Siloé é uma passagem de texto inscrito, encontrada originalmente no Túnel de Ezequias, aqueduto que supria água da Fonte de Giom para a piscina de Siloé na parte leste de Jerusalém. Descoberto (1880), a inscrição registra a construção do túnel no século VIII a.C. Encontra-se entre os registros mais antigos escritos na língua hebraica, usando-se o alfabeto Paleo-Hebrew.
VIII. O Selo de Baruque (1975), descoberta que provou a existência do secretário e confidente do profeta Jeremias.
O profeta Jeremias durante os últimos anos do reino de Judá, profetizou o exílio e o retorno dos judeus, eles teriam que aceitar o jugo de Babilônia e não resistir. Ele foi encarcerado, ameaçado de morte e posto como falso profeta e traidor. Jeremias, nomeou Baruque, o filho de Nérias, seu escriturário. Foram encontrados em uma loja de antiguidades em Jerusalém alguns pedaços de barro marcados com um selo. Dentro desta coleção há duas peças que acredita-se ter pertencido a Baruque. Em exibição no Museu de Israel em Jerusalém, nas três linhas lê-se: Berekhyauhuh, o filho de Neriyauhuh, o escriturário.
IX. O Palácio de Sargão II (1843), rei da Assíria mencionado em Isaías 20:1, descoberto por Paul Emile Botta (1802-1870)
A existência do Palácio de Sargão II foi posta em dúvida por historiadores por muitos séculos até essa descoberta (1843), que pois fim a negação histórica da menção bíblica feita em Isaías 20:1.
X. O Obelisco Negro de Salmaneser (1845), um artefato que o arqueólogo Austen Henry Layard (1817-1894) encontrou, na antiga cidade de Nínive.
Assim chamado um dos mais antigos artefatos arqueológicos a se referir a um personagem bíblico: o rei hebreu Jeú, que viveu cerca de nove séculos antes de Cristo. Assim como o prisma de Taylor, ambos são artefatos que mostram duas derrotas militares de Israel. Este artefato mostra um desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmaneser III, oferecendo tributo a ele e encontra-se preservado, agora, no Museu Britânico, em Londres. O segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.
Outras descobertas significantes:
1 - Inscrição de Siloé – Encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé. Essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Ezequias, conforme o relato de 2 Crônicas 32:2-4.
2 - Textos de Balaão – Fragmentos de escrita aramaica encontrados em Tell Deir Allá, que relatam um episódio da vida de "Balaão filho de Beor" e descrevem uma de suas visões – indícios de que Balaão existiu e viveu em Canaã, como afirma a Bíblia no livro de Números 22 a 24.
3 - Papiro de Ipwer – Oração sacerdotal escrito por um egípcio chamado Ipwer, onde questiona o deus Horus sobre as desgraças que ocorrem no Egito. As pragas mencionadas são: O rio Nilo se torna sangue; escuridão cobrindo a terra; animais morrendo no pasto; entre outras, que parecem fazer referência às pragas relatadas no livro de Êxodo.
4 - Tabletes de Ebla – Cerca de 14 mil tábuas de argila foram encontradas no norte da Síria, em 1974. Datadas de 2.300 a 2.000 a.C., elas remontam à época dos patriarcas. Os tabletes descrevem a cultura, nomes de cidades e pessoas (como Adão, Eva, Miguel, Israel, Noé) e o modo de vida similar ao dos patriarcas descrito principalmente entre os capítulos 12 e 50 do livro de Gênesis, indicando sua historicidade.
5 - Tijolo babilônico de Nabucodonosor – O achado arqueológico traz a seguinte inscrição em cuneiforme: "(eu sou) Nabucodonosor, Rei de Babilônia. Provedor (do templo) de Ezagil e Ezida; filho primogênito de Nabopolassar”. Vale notar que por muito tempo se afirmou que a cidade da Babilônia era um mito – e muito mais lendário ainda seria o rei Nabucodonosor.
6 - Estela de Merneptah – Coluna comemorativa, datada de cerca de 1207 a.C., que descreve as conquistas militares do faraó Merneptah. Israel é mencionado como um dos inimigos do Egito no período bíblico dos juízes, provando que Israel já existia como nação neste tempo, o que até então era negado pela maioria dos estudiosos. É a menção mais antiga do nome "Israel" fora da Bíblia.
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