terça-feira, 10 de maio de 2016

Arqueólogos confirmam polêmico fato Bíblico com esta espantosa descoberta

O Número de corpos sugere que um grande exército morreu no local.

Khopesh - Foto: Reprodução

O Ministério de Antiguidades do Egito anunciou esta manhã que uma equipa de arqueólogos subaquáticos tinham descoberto o que resta de um grande exército egípcio do do século 14 a.c, na parte inferior do Golfo de Suez, a 1,5 km do litoral da cidade moderna de Ras Gharib.
Travessia (Foto: muitofixe)

A equipa estava em busca dos restos de navios antigos e artefatos relacionados com a Idade da Pedra e do comércio da Idade do Bronze na região do Mar Vermelho, quando tropeçou numa gigantesca massa de ossos humanos escurecidos pela idade.
Os cientistas conduzido pelo Professor Abdel Muhammad Gader e associados à Faculdade de Arqueologia da Universidade do Cairo, já recuperaram um total de mais de 400 esqueletos diferentes, assim como centenas de armas e peças de armadura, também os restos de dois carros de guerra, espalhados em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados. Eles estimam que mais de 5000 outros esqueletos poderiam estar dispersos numa área maior, sugerindo que um exército de grande tamanho que pereceu no local.

Travessia (Foto: muitofixe)

Esta magnífica lâmina de uma khopesh egípcia, foi certamente a arma de um personagem importante. Ela foi encontrada perto dos restos de um carro de guerra ricamente decorado, sugerindo que poderia ter pertencido a um príncipe ou nobre.

Khopesh (Foto: muitofixe)

Muitas pistas sobre o local trouxeram Professor Gader e sua equipa a concluir que os corpos podem estar ligados ao famoso episódio do Êxodo. Em primeiro lugar, os soldados antigos parecem ter morrido em terra seca, uma vez que não há vestígios de barcos ou navios encontrados na área. As posições dos corpos e o fato de que eles foram presos numa grande quantidade de argila e rocha, implica que eles poderiam ter morrido num deslizamento de terra ou um maremoto.
O número de corpos sugere que um grande antigo exército pereceu no local e a forma dramática pela qual eles foram mortos, ambos parecem corroborar a versão bíblica da travessia do Mar Vermelho, quando o exército do faraó egípcio foi destruído quando o povo judeu tinha passado pelo mar vermelho. Esta nova descoberta certamente prova que houve de fato um exército egípcio de grande porte que foi destruído pelas águas do Mar Vermelho durante o reinado de Akhenaton.
Durante séculos, o famoso relato bíblico da “travessia do Mar Vermelho” foi desacreditado pela maioria dos estudiosos e historiadores como mais simbólico do que histórico.
Esta descoberta surpreendente traz prova científica inegável que um dos mais famosos episódios do Antigo Testamento era de fato, baseado num evento histórico. Ele traz uma nova perspectiva marca em uma história que muitos historiadores têm vindo a considerar por anos como uma obra de ficção, e sugerindo que outros temas como as “pragas do Egito” poderia de fato ter uma base histórica.
Operações de pesquisa e de recuperação irão acontecer no local ao longo dos próximos anos, porque o Professor Gader e sua equipa já anunciaram o seu desejo de recuperar o resto dos corpos e artefatos no local que acabou de ser conhecido por ser um dos mais ricos sítios arqueológicos subaquáticos já descobertos em toda história.

domingo, 8 de maio de 2016

Missionários são brutalmente assassinados na Jamaica



Por volta do meio-dia no sábado (30), os moradores da comunidade Boscobel, St. Mary, na ilha caribenha da Jamaica, ficaram chocados ao se deparar com o corpo amarrado - e já sem vida - do missionário Randy Hentzel, de 48 anos.

Já no domingo (1º), por volta das 16h, foi encontrado o corpo do colega de Hentzel, missionário Harold Nichols, de 53 anos. Sua cabeça teria sido esmagada.

A última vez que alguém os viu vivos, de acordo com o jornal 'Jamaica Observer', foi no sábado pela manhã, quando os dois homens, que trabalhavam como missionários para as equipes da 'Medical Missions' com base na Pennsylvania (EUA), estavam indo por uma trilha na área de Albion, uma montanha da ilha. A polícia diz que eles alugaram motocicletas em Ocho Rios antes da viagem fatídica.

A esposa de Nichols, Teri, que também vive na ilha, disse ao 'RJR News' que ele estava indo visitar o local que seria usado para a construção de uma casa para uma mulher dentro de uma semana.

"Ele estava construindo uma casa para uma mulher dentro de uma semana. E ele iria para verificar se a fundação estava concluída e falar com a mulher que iria receber a casa", disse a viúva do missionário, de luto. "Eu acredito que Randy queria cuidar de alguém que estava na sua escola bíblica que estava extremamente necessitada de uma casa. Eles estavam indo para saber mais sobre a situação dela [no sábado] pela manhã. Eles foram e simplesmente não voltaram mais".

A missionária Fellow Merlin Pratt confirmou a história de Teri com um comentário no Facebook.

"É trágica a notícia vinda da Jamaica. O nosso querido amigo, missionário Harold Nichols e seu colega de equipe, missionário Randy Hentzel, foram assassinados ontem nas montanhas de St. Mary Parish. Eles estavam a caminho para verificar o fundamento de uma casa em breve, que ser construída para pessoas necessitadas", escreveu Pratt. "Por favor, orem pela esposa de Harold, Teri Marie Nichols, pela esposa de Randy, Sarah, e seus três filhos. Harold e Randy foram ambos grandes homens de Deus, que apenas amavam a Jamaica, seu povo e amavam servir ao Senhor Jesus Cristo. Que a paz de Cristo envolva as famílias, as comunidades e a Igreja. Estamos gratos que outros missionários estejam próximos, oferecendo o que podem neste momento terrível".

O Vice-Superintendente da Polícia, Dwight Powell disse ao 'Observer' que o corpo de Hentzel foi encontrado com a face virada para baixo e com as mãos amarradas por um pedaço de pano - que acredita-se que tenha sido arrancado de sua camisa. Uma das motocicletas alugadas foi encontrada ao lado de seu corpo. A segunda moto foi encontrada a cerca de 60 metros de distância do corpo de Hentzel. Mas Nichols ainda estava desaparecido, até então.

Buscas

Com a ajuda de cerca de 70 moradores e cães de busca, por volta das 7h do último domingo, a polícia lançou uma caçada frenética em busca do missionário desaparecido e encontrou o corpo de Nichols cheio de marcas de agressões, horas mais tarde.

"Marcas de violência foram vistas [no corpo de Nichols] ... Eles eram missionários e já estariam vivendo na Jamaica há mais de 14 anos, realizando muitas ações de trabalho humanitário. Eles iam ajudar pessoas com a construção de casas e com uma equipe médica que regularmente vem do exterior", disse o superintendente Powell ao The Gleaner.

De acordo com as equipes do site oficial da 'Medical Missions', o ministério começou atuar em 1990, liderado pelo Pastor John Jameson e pelo médico John M. Kauffman Jr. como um esforço para prestar serviços na área de saúde para os necessitados na área da Baía rural de Robin, na Jamaica. Como o passar dos anos, no entanto, o esforço se expandiu para fornecer cuidados de saúde gratuitos em clínicas do governo e igrejas locais em outras cidades.

Os missionários também se envolveram em ações de evangelismo , além de atender às necessidades físicas dos necessitados. Eles recentemente haviam começado a trabalhar com o programa de reforma e construção de casas e que beneficiou muitas pessoas, de acordo com o 'Jamaica Observer'.

"Eles fazem o estudo da Bíblia em suas casas; todos os dias as crianças vão para lá", um representante político para a Divisão de Boscobel, Fitzroy Wilson, disse ao Observer. "Trabalhei com ele [Nichols] durante os últimos seis ou sete anos".

Joshua Polacheck, um representante da Embaixada dos EUA em Kingston, Jamaica, chamou as mortes dos missionários de "horrível" e disse que eles estavam ansiosos por ver a justiça se cumprindo rapidamente.

"Estamos tristes pelas mortes horríveis dos dois missionários norte-americanos. Eles não estavam apenas nos visitando, mas estavam sendo como pilares de ambas as comunidades durante anos", disse Polacheck. "O embaixador tem estado em contato com os mais altos níveis de segurança daJamaica, e nós estamos esperando por uma solução rápida para esta questão e que os assassinos sejam encontrados e levados à justiça."

Fonte: Guia-me

Veja história de mães que enfrentam e superam dificuldades para salvar a vida de seus filhos

Diante do sofrimento do filho, mães viram guerreiras e enfrentam tudo. Assim, sem desanimar, Simone do Espírito Santo corre contra o tempo para arrecadar US$ 225 mil e tratar nos EUA a leucemia de Romerinho, em novo capítulo da luta que vem sendo travada há nove anos.


Sandra Kiefer

 

Simone se dedica inteiramente à luta pelo filho Romerinho, que tem leucemia e precisa se tratar nos EUA (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Para uma categoria singular de mulheres, deixa de ser verdade a afirmativa, tão dita e rebatida, de que “mãe só tem uma”. Mentira. Elas somam mais que uma, desafiando a matemática e a razão. Puro instinto, podem se desdobrar em cuidadoras, formar-se enfermeiras, esticar sessões de fisioterapia por conta própria ou desacreditar do diagnóstico dos médicos e da certeza dos advogados. Diante da necessidade especial de um filho doente, descobrem dentro de si uma força que nem elas desconfiavam ter, dispostas a cumprir plantões infinitos. Guerreiras, passam na frente dos próprios limites, caso de Simone Silva do Espírito Santo, de 48 anos, mãe do estudante Romero do Espírito Santo, de 16, conhecido entre amigos como Romerinho.

Mãe e filho estão correndo contra o tempo na tentativa de arrecadar 225 mil dólares até sexta-feira, única maneira de embarcar o adolescente (foi negada a liminar para custear a cirurgia na Justiça Federal) para participar de pesquisa clínica contra a leucemia na cidade de Duarte, na Califórnia, nos EUA. A batalha contra o câncer começou há nove anos. “Na primeira recidiva depois do transplante de medula, Romerinho sentiu uma forte dor de cabeça. Neste ano, bastou ele reclamar de uma pontada e já fiquei louca”, diz a mãe, que adivinhou a volta da doença do filho antes de sair o resultado dos exames.

“Que foi, meu filho? Cadê o sorrisão?”, cobra Simone, grande responsável por manter estável o astral da família, mobilizada na campanha #somostodosromerinho, que até ontem havia arrecadado perto de 60% do total. “Só quem é mãe sabe a dor de ver um filho sofrendo. Neste Dia das Mães, venho pedir a ajuda de todas as mães deste imenso Brasil para salvar a vida do Romerinho”, diz Simone. Com calma, ela grava o vídeo caseiro para o Facebook, ao mesmo tempo em que decide trancar as matrículas das crianças na escola e investiga o valor do aluguel no exterior (R$ 6 mil mensais o apartamento mobiliado). Já está tudo pronto para a partida. “Minha mãe é tudo para mim, ela é a minha rainha”, declara o filho, emocionado.




CORAGEM “Não existem mães mais guerreiras”, define a psicopedagoga Cristina Silveira, especialista em inclusão social, lembrando que essas mulheres nem sempre nascem prontas para cuidar de seus filhos doentes ou portadores de necessidades especiais. “Durante a gestação, elas esperam o filho idealizado. Depois do parto, vem a fase da negação, em seguida o luto, até acontecer a aceitação da criança especial”, conta a terapeuta, que percebe a transformação ocorrendo dentro do consultório. “A mãe guerreira nasce da necessidade. Ela descobre que depende dela exclusivamente assumir o filho. Na maioria dos casos, quando o fardo é pesado demais, ocorre o abandono afetivo do pai e mesmo do restante da família.”

Vitória da persistência


Matheus e sua mãe estabeleceram uma relação de cumplicidade e alegria que proporciona ao menino enfrentar as limitações que a doença lhe impõe (foto: Rodrigo Clemente/EM/D.A Press)
“Vamos para o shopping, mãe?”, convida Matheus de Oliveira, de 7 anos, com naturalidade, quando começa a anoitecer em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde mora com a mãe. Graças ao jogo de cintura de Gecilene de Oliveira, de 37 anos, auxiliar de enfermagem, o garotinho não parece se dar conta de que está ligado por fios a uma UTI domiciliar e que já perdeu boa parte da visão, possíveis consequências de uma displasia neuronal intestinal que o impede de se alimentar pela boca. “Levo o Matheus a todos os lugares, o máximo que posso. Vamos ao shopping e peço batata frita e hambúrguer para ele, que não vai se sentir discriminado por não poder comer. Não vai mesmo”, desabafa a mãe, com os olhos cheios de água.

É a única vez em que essa fortaleza chamada Gecilene, de longos cabelos louros e rosto de boneca, irá desabar durante a entrevista ao Estado de Minas. Ela chama a equipe a um canto do modesto apartamento, longe de Matheusinho. Então mostra, como se fosse um tesouro, o conjunto formado pelas frutas de plástico, batatas fritas fakes e outros alimentos de brinquedo que o garoto costuma mastigar escondido. É a forma que os dois encontraram para enganar psicologicamente a fome, já que o menino recebe a nutrição parenteral por sonda. “Veja as pontinhas todas mordidas, até a maçã”, explica a mãe, com o coração sufocado.

Alheio à conversa, Matheus está neste momento entretido com o berimbau. Fanático pelo Cruzeiro, tenta apoiar a ponta do instrumento no chinelinho azul e branco, com o escudo do time. A mãe oferece ajuda, mas ele insiste em se virar sozinho: “Deixa, mãe! Quero ser profissional”. “Matheus é atrevido! Ele vive dizendo que papai do céu escolheu a mãe certinha para ele, porque ele é um filho doidão e eu sou uma mãe doidona. Ele sabe que, apesar de todas as restrições dele, a gente vai conseguindo levar a vida. Vai aos lugares, brinca e fala palhaçada”, conta Gecilene, que segue licenciada como funcionária do Hospital das Clínicas.

Desde o nascimento do filho, Gecilene perdeu a conta do número de vezes em que Matheus foi internado e operado para tratar das infecções no intestino e rins, além de operar a catarata congênita e o descolamento de retina nos dois olhos. “Guardo só as datas das cirurgias mais importantes”, explica a mãe, que, inicialmente, havia sido prevenida de que Matheus usaria a bolsa de colostomia até os 2 anos. Nesta idade, o menino chegou a prescindir da bolsa, mas era submetido a lavagem intestinal duas vezes ao dia, sob a supervisão direta de Gecilene, experiente como auxiliar de enfermagem.

MANOBRAS DIVERTIDAS Na época, a mãe encantou os médicos ao inventar manobras divertidas para estimular Matheus, o que incluía abaixar e pegar bichinhos no chão, contar histórias sem fim e levar livros coloridos para o banheiro. “Todos os dias, é a mesma rotina de levar Matheus ao banheiro de três em três horas. Ele não tem as terminações nervosas para orientar essas funções, mas hoje divide parte da responsabilidade e conta com a ajuda da cachorrinha Nina. Ela já sabe a hora certa e fica lá sentadinha no colo do Matheus, até acabar”, conta a mãe.

Com o mesmo tom de voz com que pede para ir ao centro de compras, a um quarteirão de casa, Matheus implora para ir a Miami, nos Estados Unidos, onde fará o transplante de intestino no Jackson Memorial Medical Center, com o médico brasileiro Rodrigo Vianna, que obteve 85% de sucesso nas últimas cirurgias feitas em seus compatriotas. Em 30 de abril, a União acatou a decisão do juiz federal Daniel Carneiro Machado, que mandou tomar todas as providências para fazer a viagem, incluindo os custos com a passagem e o pagamento do hospital. No dia 12 já está marcada a viagem a Brasília para tirar o visto na embaixada norte-americana.

O caso de Matheus ganhou notoriedade em outubro, quando ele entrou em campo com os jogadores do Cruzeiro na partida contra o Fluminense pelo Campeonato Brasileiro. Com o Mineirão lotado, ele teve o nome gritado pelos torcedores celestes. Vários jogadores, dirigentes, personalidades de diversas áreas e pessoas comuns abraçaram a causa e fizeram doações para a campanha “Juntos pelo Matheus”. Essa ação chegou a arrecadar cerca de R$ 700 mil, que serão utilizados exclusivamente para a melhoria da qualidade de vida do menino. A família precisa prestar contas de todos os saques à Justiça.

Alegria igual talvez esteja para acontecer quando Matheus seguir para uma vida nova pós-transplante. “Em 2014, ficamos internados por um ano no hospital. Eu via as mães passeando com os filhos na pracinha, na piscina e sonhava com o dia em que meu filho também teria uma vida normal, sem fios”, suspira Gecilene, sem nunca perder a esperança.


Ana Cláudia e Clarinha, que precisa de cirurgia para corrigir doença congênita (foto: Ramon Lisboa/EM/D.A Press)
"Minha filha me escolheu"

“Sou fisioterapeuta e enfermeira e sinto que fui escolhida pela Clarinha. Premiada mesmo”, confessa Ana Cláudia de Araújo Ferreira, de 43 anos, moradora do terceiro andar do Bloco A de um condomínio no Bairro Silveira, Região Nordeste de Belo Horizonte. Depois de subir 48 degraus com Clarinha no colo, Ana Cláudia nem se lembra de reclamar cansaço ou dor nas costas. Está disposta a mostrar o raio-X das pernas da filha, que exibe um ângulo de 90 graus nos ossos, efeito de uma pseudoartrose congênita das tíbias.

Agora, aos 6 anos, a menina precisa de uma cirurgia corretiva ao custo de 121,1 mil dólares no Institute Paley, em West Palm Beach, na Flórida, EUA. “Quero operar minha filha como o doutor Dror Paley, autor da técnica pioneira de correção da pseudoartrose congênita das tíbias no mundo, que de 2007 para cá operou todos os casos, com 100% de sucesso”, diz.

“Sei que todas as mães abrem mão de comprar um sapato por um brinquedo, de ver uma novela para assistir ao desenho preferido do filho ou deixam de sair com o marido à noite para ir a um restaurante que já tenha espaço kids. Nossa missão é um pouco maior, porque a gente abre mão de trabalhar fora e cria outra rotina em função dos filhos, que precisam de um cuidado maior, de proteção”, explica Ana Cláudia. No primeiro ano de vida de Clara, a mãe se viu fazendo “toda hora” exercícios de fisioterapia no rostinho da menina, estendendo as consultas da pessoa que assinou como responsável pelo tratamento da paralisia facial. “Optei por não assumir a responsabilidade porque iria me cobrar demais se não tivesse sucesso. Não dei conta”, diz ela, que nem se incomoda com o sorriso meio de lado da filha. Desde que Clarinha consiga os recursos para sua cirurgia corretiva e tenha motivos para continuar alegre e feliz.


Gabrielle tem a mesma doença de Matheus e só pode ser operada fora do país (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press - 18/3/16)ISOLAMENTO Desde o segundo dia de nascida, a menina Gabrielle Vitória vive em regime de isolamento no Hospital São Camilo, em Belo Horizonte. Portadora da síndrome do intestino curto, espera o cumprimento de decisão judicial para fazer cirurgia idêntica à de Matheus, com valor milionário e tecnologia desenvolvida nos EUA. Com o vestido cor-de- rosa e a cintura marcada por um cinto, que custa a disfarçar as dobrinhas, Gabi mostra que está pronta para a operação. Já atingiu 8,175 quilos, ultrapassando o peso mínimo necessário ara a cirurgia, apesar de só se alimentar pela sonda.

Depois de oito meses de internação, na semana passada Gabi ganhou autorização para tomar banhos de sol no parquinho do São Camilo. “Ela está odiando a claridade”, brinca a mãe, Nayara Alves Silva Rodrigues, de 28, que não arreda pé do leito da filha. Passa o dia inteiro ao lado da criança, que estranha quando a mãe deixa de ir ao hospital durante o dia (à noite, os familiares se revezam para dormir). “Deixei a Gabi com minha mãe e ela só se acalmou quando ouviu minha voz no celular”, conta Nayara, que ganhou de presente no Dia das Mães uma tarde de “folga”, além de um telefone novo para registrar os melhores momentos, publicados na campanha #movidospelagabi. O pai, Bruno, foi demitido do emprego.

Como ajudar


#juntospelomatheus

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• Agência: 2837 Operação: 013
• Poupança: 12345678-7
• Beneficiário: Matheus Teodoro Oliveira
• CPF: 120.758.876-83

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• Agência: 6505
• CC: 31482-0
• Beneficiária: Gecilene Oliveira Matos
• CPF: 049.687.916-23

Movidos pela Gabi

» Caixa Econômica Federal
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• Agência: 013
• Beneficiária: Gabrielle Vitória Silva Rodrigues
• CPF: 151.585.506-62
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• http://cliquedaesperanca.com/
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Os passos de Clarinha

» Banco Santander
• Agência: 1663
• Poupança: 60000392-8
• Beneficiária: Ana Cláudia de Araújo Ferreira
• CPF: 922.497.876-20

» Caixa Econômica Federal
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• Beneficiária: Ana Clara de Araújo Simões
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» Banco do Brasil
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• Poupança: 55187-2 Variação: 51
• Beneficiária: Ana Clara de Araújo Simões
• CPF: 137.658.676-24

Mamãe, me desculpe por ser um filho ingrato, Kato Matsuda, kamikaze (1927-1945)




Papai e mamãe, me desculpem por ser um filho ingrato.

Não há pior desgraça do que um filho morrer antes dos pais, isso foge a ordem natural das coisas.

No meu silêncio já refleti muito o sentido e a finalidade desta guerra, mas estar junto aí de vocês seria uma grande humilhação….

Conforta-me aquele velho ditado japonês ” a morte é a mais leve do que uma pluma, a responsabilidade de viver é tão pesada quanto uma montanha”.

Adeus Kato.

– Kato Matsuda, kamikaze (1927-1945) citado no documentário Nós que aqui estamos por vós esperamos.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

China determina que organizações religiosas obedeçam Partido Comunista



As organizações religiosas chinesas devem obedecer ao Partido Comunista, afirmou o presidente do país, Xi Jinping, em uma reunião dedicada ao tema, segundo a imprensa estatal. A determinação do governo é que os integrantes do partido sejam inflexíveis ateus marxistas e se protejam das influências estrangeiras que chegam por meio da religião.

"Os grupos religiosos devem aderir à liderança do Partido Comunista da China", disse Xi a altos funcionários do partido único em uma conferência de dois dias que terminou no sábado, segundo a agência de notícias "Xinhua". — Deveríamos guiar e educar os círculos religiosos e seus seguidores com os principais valores socialistas.

Na China, vivem centenas de milhões de budistas, cristãos e muçulmanos. Enquanto deseja guiar estes grupos, o Partido Comunista reprime organizações religiosas não oficiais.

Desde que Xi Jinping chegou ao poder em 2012, o governo adotou uma linha mais dura a respeito da sociedade civil e das religiões.

Na província de Zhejiang, na região leste do país, as autoridades demoliram várias igrejas e retiraram crucifixos nos últimos anos. A iniciativa afetou centenas de paróquias, segundo grupos de defesa dos direitos humanos.

Já em Xinjiang, região chinesa de maioria muçulmana, fontes locais afirmam que o controle está mais rígido sobre a prática do jejum durante o mês do Ramadã.

O governo chinês afirma que os cidadãos gozam de liberdade de culto, mas que existe uma ameaça terrorista em Xinjiang por conta da presença de extremistas islâmicos.

Nos anos 1970, Pequim desistiu de erradicar a religião organizada e optou por controlar a prática religiosa através dos templos, igrejas e mesquitas autorizados. Estas instituições propagam um discurso que mistura teologia com a retórica comunista.

Mulher tenta impedir demolição de igreja e é enterrada viva

Uma mulher foi enterrada viva ao tentar impedir a demolição de uma igreja em Zhumadian, na província de Henan, na China. Ding Cuim e o seu marido, o reverendo Li Jiangong, colocaram-se diante dos tratores que se preparavam para derrubar o templo, a mando do governo. Os dois foram empurrados para dentro de uma vala pelos funcionários, que seguiram o trabalho. Li Jiangong cavou seu caminho até a superfície, mas infelizmente não foi capaz de salvar sua mulher, que morreu asfixiada.

“Vou ser responsável por suas vidas", disse um membro da equipe de demolição antes de empurrá-los, de acordo com o site China Aid, um grupo de direitos humanos com sede nos EUA. A organização, sem fins lucrativos, é focada na liberdade religiosa do país mais populoso do mundo.

Os dois homens responsáveis pela morte foram detidos criminalmente na noite após o incidente. O reverendo Li Jiangong foi supostamente avisado para não discutir o caso, e não se manifestou sobre a morte da mulher com a imprensa.

O crime ressalta a crescente perseguição do governo chinês às minorias religiosas. Milhares de igrejas em todo o país foram demolidas no ano passado, e dezenas de pastores foram presos sob acusações forjadas de corrupção, de acordo com militantes que monitoram a situação.

David Curry, presidente e CEO do grupo de defesa Cristãos de Portas Abertas, nos EUA, disse ao site FoxNews.com que o governo chinês parece determinado a reduzir o perfil da igreja, e força os pastores a se reunirem semanalmente com as autoridades locais para explicar seus sermões.

Fonte: O Globo e Jornal Extra

“Europa terá mais muçulmanos do que cristãos praticantes”, diz ministro belga

Muito em breve, muçulmanos serão mais numerosos do que cristãos na Europa, disse o ministro belga Koen Geens ao Parlamento Europeu, nesta segunda-feira (25).


"Na Europa, muito em breve, vamos ter mais muçulmanos praticantes do que cristãos praticantes. Isso não é porque há muitos muçulmanos, é porque os cristãos são, geralmente, menos praticantes”, disse Geens. "A Europa não percebe isso, mas esta é a realidade."

Durante a audição, que reuniu parlamentares europeus para debater sobre os ataques em Bruxelas, o ministro do Interior da Bélgica, Jan Jambon, acrescentou: "A pior coisa que podemos fazer é nos tornar um inimigo do Islã”.

“Temos cerca de 600 a 700 mil muçulmanos na Bélgica, e a esmagadora maioria dessas pessoas partilham os nossos valores. Fazer dessas pessoas inimigas, irá realmente criar problemas”, disse o ministro.

Jambon foi acusado de alimentar as tensões com a comunidade muçulmana da Bélgica depois de ter alegado que os islâmicos 'dançaram' em comemoração aos ataques que deixaram 32 pessoas mortas no aeroporto e uma estação de metro de Bruxelas.

O que dizem as pesquisas?

Na noite desta segunda, a porta-voz de Geens se recusou a fornecer provas que sustentem suas afirmações sobre o número de muçulmanos praticantes. “Seus comentários foram muito claros, não vou dizer mais nada”, disse ela.

Por outro lado, o Gabinete de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) afirma que não compila esses dados sobre a religião. Em 2012, números da Comissão Europeia mostraram que 72% das pessoas se identificavam como cristãs na Europa, comparado a 2% de muçulmanos. Na Bélgica, os números eram de 65% e 5%, respectivamente.

O censo nacional da Bélgica nunca contou grupos religiosos, e as pesquisas independentes são a única fonte de informação. No entanto, uma série de estudos confirmam que os muçulmanos representam cerca de 5% da população do país.

De acordo com uma previsão publicada pelo Centro de Pesquisa Pew no ano passado, o número de muçulmanos na Europa pode aumentar cerca de 63% entre 2010 e 2050. Este aumento faria com que a população muçulmana na Europa subisse de 43,5 milhões para quase 71 milhões.

O número de cristãos na Europa, de acordo com Pew, irá cair em 18% durante o mesmo período, diminuindo os 553 milhões de cristãos para 454 milhões.

Na Bélgica, o estudo aponta que dentre a população de 10,7 milhões de pessoas, 6,9 milhões são cristãos e 630 mil são muçulmanos. Em 2050, Pew projetou que os números seriam alterados para uma população total de 11,1 milhões de pessoas, com 5,9 milhões de cristãos e 1,3 milhões de muçulmanos.

Os pesquisadores disseram que o crescimento projetado rápido do número de muçulmanos foi devido a uma fertilidade mais elevada, as populações mais jovens e migração.

Fonte: Guia-me

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Poderia a Arca de Noé cruzar o Atlântico?

Com 3.000 toneladas, réplica da Arca de Noé virá da Holanda para o Brasil ainda este ano!


Fonte: CNN


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Ministério de Capelania apresentado na Igreja Batista Crossroad

REGULAR BAPTIST CHAPLAINCY



Manning Brown, diretor do Ministério da Capelania Batista Regular (GARBC), pregou durante o culto da manhã na Igreja Batista Crossroad, em Ames, Iowa, neste 17 de abril. Brown apresentou um histórico da capelania e as diferentes áreas em que os capelães ministram. Também agradeceu Pastor Will Hatfield e à Crossroad por seu apoio contínuo para com o ministério de capelania. Após o culto, Pr. Brown foi capaz de falar com os membros individuais da congregação, discutir mais detalhadamente as oportunidades e desafios que a capelania oferece.

Pérolas lançadas ao mar

PORTAS ABERTAS

O ousado Projeto Pérola foi considerado como uma das operações mais inesperadas e de maior sucesso do século 20, levando 1 milhão de Bíblias para os cristãos chineses



China, 18 de junho de 1981, dia em que 1 milhão de Bíblias foram distribuídas aos cristãos perseguidos, no período mais complicado da história do país. O ocorrido ficou conhecido como Projeto Pérola, nome dado por um motivo muito especial que você vai conhecer durante a leitura a seguir. O ousado projeto foi descrito pelo editor da revista Time, em Pequim, como uma das operações mais inesperadas e de maior sucesso do século 20. Após um pedido desesperado da igreja chinesa, para que enviassem Bíblias aos cristãos, a ação foi planejada. Nos anos anteriores à entrega, a Portas Abertas já havia distribuído milhares de Bíblias, mas a necessidade ainda era muito grande.

O nome dado ao "contrabando de Bíblias" tem ligação com a parábola de Jesus em Mateus 13, que relata que um negociante encontrou uma pérola de grande valor e vendeu tudo o que tinha para poder comprá-la. A empreitada foi um sucesso e milhões de cristãos chineses puderam finalmente segurar uma Bíblia em suas mãos, graças à ousadia e coragem das pessoas que se empenharam para lança-las ao mar naquela noite. O chinês cristão que vamos chamar de Charlie* compartilha sobre os efeitos do contrabando desde então. "Em 1978 me converti ao cristianismo, quando eu tinha apenas 20 anos de idade. O nosso líder era o único que possuía uma Bíblia, então copiávamos os versículos todos os domingos para podermos estudar em casa até a próxima reunião. Um dia, conhecemos alguns cristãos do sul do país, e eles nos deram uma Bíblia de presente, então repartimos ela entre os irmãos e cada um ficou com uma parte", lembra ele.

"Nossa igreja ficava num pequeno sótão, onde havia uma sentinela de plantão, na porta da frente. Existiam em média 30 membros, lembro que orávamos baixinho, espremidos em 6 ou 7 metros quadrados. Eram dias difíceis, milhares de Bíblias haviam sido queimadas e muitos pastores foram presos durante a Revolução Cultural (1966-1976). Foi um período negro para a igreja chinesa, mas a Palavra continuava a brilhar para nós através de uma simples senhora apaixonada pelas Escrituras, que tinha por volta de 80 anos. Um dia, ela sussurrou para mim, numa peixaria: ‘O pescador está rasgando Bíblias para embrulhar os peixes. Vamos resgatá-las, elas são valiosas para nós’. Imediatamente eu fiz a proposta ao pescador e ele nos vendeu 3 caixas delas, 90 no total. Não foi barato, foi o equivalente a 3 meses de trabalho suado. Ele ficou muito feliz e imagine nós! Antes de irmos embora, ele disse que tinha mais", conta o cristão.

Charlie lembra que cada entrega era feita de barco, durante a noite, com duas caixas de Bíblias escondidas. Todos os irmãos ajudavam com o dinheiro e distribuíamos aos cristãos. O tempo passou e ele já era um homem feito quando descobriu de onde vinham todas aquelas "pérolas". "Eu descobri que, logo após o Projeto Pérola, responsável por lançar ao mar 1 milhão de Bíblias, muitos pescadores fizeram uma "pesca diferente", mas nem todos eles eram cristãos. Alguns as levavam para o destino certo, que era nas mãos de alguém responsável por distribui-las aos seguidores de Jesus, mas outros sem conhecer a importância daquele livro, simplesmente desprezavam a pescaria", explica ele e finaliza: "A questão é que o Projeto Pérola impactou a igreja chinesa, gerando uma onda de avivamento na qual podemos surfar até os dias de hoje".

*Nome alterado por motivos de segurança.

Em 22 de abril de 1915, os alemães utilizam cloro como primeira arma química na Primeira Guerra Mundial



Em 22 de abril de 1915, perto de Ypres, na Bélgica, milhares de cilindros de gás clorídrico produzidos por indústrias como Bayer e Hoechst foram usados pelos alemães contra o exército francês. De efeito asfixiante, o gás provoca queimaduras nos olhos, garganta e pulmões, cegueira, náusea e dor de cabeça. Cerca de 6 mil pessoas morreram dolorosamente. Em setembro, os aliados passaram a usar o mesmo recurso contra as linhas alemãs, até que em 1917 a fórmula foi superada pelo gás mostarda, ainda mais letal. Balanço de guerra: mais de 124 mil toneladas de 21 agentes tóxicos diferentes fizeram estimados 1 milhão de baixas, com 90 mil mortes.

O trauma da Primeira Guerra levou ao Protocolo de Genebra, de 1925, que proibiu o uso de arsenal químico no campo de batalha. O historiador americano Bruce N. Canfield, autor do livro Armas de Infantaria dos Estados Unidos na I Guerra, explica que os gases eram "temidos por todos os lados e também foram usados por todos". "Mas, devido ao vento e a outros fatores, eles poderiam causar mortes tanto para quem os usava quanto para o pelotão visto como alvo. Estrategicamente, não foi um fator determinante na I Guerra Mundial.

Wikipedia

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Um Fardo Leve


HARVEST

"Porque nisto consiste o amor a Deus: obedecer aos seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados." (1 João 5:3)

Todas as palavras das Escrituras são inspiradas por Deus. São inspiradas em Gênesis, em Êxodo, e em todo o Velho Testamento. São inspiradas no Novo Testamento também. E aprendemos sobre Deus estudando as Escrituras.

Jesus disse: "Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas" (Mateus 11:29). Então ele acrescentou: "Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (versículo 30).

Algumas pessoas acham que a vida cristã é um estorvo, um simples monte de normas e regras. Mas eu imagino com quais dos mandamentos de Deus será que elas têm dificuldade. Será que o fato de Deus proibir o roubo, a mentira e o assassinato as incomoda realmente?

Uma vez encontrei um passarinho bem colorido aninhado na grama do nosso quintal. Parecia ser o bicho de estimação de alguém. Quando meu filho trouxe emprestada do vizinho uma gaiola, o passarinho pulou para dentro, subiu no poleiro e já ficou pulando. Ele não via a gaiola como uma prisão dentro da qual era mantido, mas sim como paredes protetoras que o mantinham longe dos predadores.

Do mesmo modo, podemos ver os mandamentos de Deus como limitações ou vê-los como o que de fato são: uma barreira protetora.



quarta-feira, 20 de abril de 2016

Como uma campanha publicitária reduziu 85% da taxa de suicídios na Coréia do Sul








A Coreia do Sul carrega um título infeliz, é o país com a maior taxa de suicídio da OCDE. O local escolhido pelos suicidas na maioria das vezes é a ponte Mapo, na capital Seul, essa ponte foi responsável por 108 mortes nos últimos cinco anos.

Como tentativa de reverter a situação e esses números, o Seguro Samsung transformou em “Ponte da Vida” o local mais mortal do território sul-coreano.

Contrariando as expectativas do governo, como simplesmente construir um muro ou fechar a ponte, a companhia apostou na solução criativa que fizesse as pessoas pensarem duas vezes antes de tomarem uma medida extrema, e assim salvar vidas.

Luzes com sensores acendem conforme os transeuntes caminham pela ponte, eles também recebem frases inspiradoras como: “Vá ver as pessoas de quem você sente saudade”, “Os melhores momentos da sua vida ainda estão por vir”, “Como você gostaria de ser lembrado?”. Segundo reportagem da Creativity, as mensagens foram elaboradas em parceria com psicólogos e ativistas da prevenção ao suicídio.




A instalação, assinada pela agência Cheil Worldwide, levou um ano e meio para ser feita, contou com 124 trabalhadores, totalizou 2,2 km de extensão e utilizou 2.200 luzes de LED e sensores.
Segundo o Cannes Lion, que premiou o projeto em 2013, de setembro do ano passado, quando a campanha teve início, a dezembro de 2012, a taxa de suicídio na ponte diminuiu 85%.


“Essa estátua, de um amigo reconfortando o outro, é um dos grandes símbolos da campanha”.


“Nossa intenção era que os pedestres continuassem lendo as mensagens mostradas ao longo dos 2,2 quilômetros da Ponte Mapo e, finalmente, andassem todo o caminho para o outro lado sem se darem conta”
.

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Devocionais Diários


Devocionais Diários


Posted: 19 Apr 2016 08:01 PM PDT
"Desde os confins da terra eu clamo a ti, com o coração abatido; põe-me à salvo na rocha mais alta do que eu." (Salmos 61:2)

Recentemente, um pai que estava de luto me perguntou: "Que palavras ajudaram você?"

Eu disse a ele: "Bem, não sei quais palavras me ajudaram. Só sei quem me ajudou. E sei para onde eu precisava me voltar. Precisava me voltar para Jesus."

Quando estamos cansados, quando estamos sobrecarregados, precisamos ir a Jesus. Não há outro lugar para ir. Jesus não disse que quando você estiver cansado e sobrecarregado deve procurar aconselhamento. Também não disse que deve ler um livro, ou mesmo ir à igreja ou ouvir um sermão. Mesmo que essas coisas pareçam boas, o que precisamos é ir a Jesus.

Jesus disse: "Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso." (Mateus 11:28). O convite era simplesmente: "Venham a mim", e não "Venham para os meus ensinamentos" (embora isso possa estar incluído). Nem tampouco: "Façam mudanças em suam vidam e venha a mim." Ele simplesmente disse: "Venham a Mim".

O salmista declarou: "Desde os confins da terra eu clamo a ti, com o coração abatido; põe-me à salvo na rocha mais alta do que eu." (Salmos 61:2)

No entanto, a cultura moderna diria algo diferente: "Bem, se você puder, basta pegar essa promoção. Se puder, basta comprar aquela casa, ou basta tirar umas férias. Então vai encontrar descanso". O materialismo diria: "Construa algo e encontre descanso." A religião diria: "Vá à igreja e encontre descanso."

Mas Jesus diz: "Venham a Mim e encontrem descanso."
Não precisamos tanto de palavras. Precisamos da Palavra Viva.
Quando estivermos sob pressão, precisamos de Jesus.

Na trilha de Saint-Exupéry





Sobrinho do autor de O pequeno príncipe vem ao Brasil para conhecer as cidades percorridas pelo tio no final da década de 20

(15.Abr.09 - 10:00 | Atualizado em 20.Abr.16 - 08:42)


LEMBRANÇAS 


No Brasil, François D’Agay, 85 anos, vai percorrer a costa litorânea e dar palestra sobre o tio Antoine de Saint-Exupéry (acima)

Quando se pensa em Antoine de Saint-Exupéry, a imagem que vem à mente é a do aviador francês metido em um uniforme de piloto, apertado numa cabine de avião ou debruçado sobre manuscritos. Mas o autor de O pequeno príncipe tinha outras facetas menos conhecidas: gostava de caçar, pescar e frequentar bailes. E fazia tudo isso no Brasil. Exupéry esteve em algumas cidades da costa brasileira, especialmente em Florianópolis, Rio de Janeiro e Natal, entre 1929 e 1930. Nessa época, era um dos pilotos do correio postal Aeropostale, que operava entre Europa, África e América Latina, e morava em Buenos Aires, na Argentina. Para refazer esse trajeto e conhecer as cidades brasileiras que serviram de escala para o tio, seu sobrinho François D’Agay, 85 anos, desembarca em São Paulo na quarta-feira 22. A Aeropostale entregava correspondências em Natal, Recife, Salvador, Vitória, Rio, Santos e Florianópolis. “Como diretor da companhia na América Latina, acredito que Exupéry tenha conhecido todas essas cidades”, diz a pesquisadora paulista Sheila Dryzun, que acompanhará François na viagem.

François está ansioso para conhecer Natal – especialmente um centenário baobá, situado na rua São José. “Comenta- se que essa árvore teria inspirado o autor a incluir a espécie em O pequeno príncipe, diz Sheila. O sobrinho ilustre esteve pela primeira vez no Brasil no ano passado. Visitou São Paulo, Rio e Florianópolis e conheceu os parentes de alguns pescadores da praia do Campeche. “Meu tio os ajudava a tirar as redes da água”, conta. Na região, Exupéry era conhecido como Zé Perri, por causa da dificuldade dos nativos de falar outra língua.


Até agora, a passagem de Exupéry pelo Brasil seguia envolta em mistérios. Sobram relatos de parentes de testemunhas que teriam tido contato com ele antes da fama, ocorrida a partir de 1943, com o lançamento de O pequeno príncipe. Mas não há nenhum registro fotográfico da época. Em 22 de abril, em pleno Ano da França no Brasil, Sheila abre uma exposição e lança dois livros sobre o escritor e o principezinho, em São Paulo. Um deles, Antoine de Saint-Exupéry – a história de uma história (Pedra N’Água), reúne as pegadas deixadas pelo aviador no País. Entre elas está um trecho do manuscrito de Voo noturno (1931), rabiscado num papel com a logomarca do hotel Itajubá, no Rio. O documento foi encontrado por Sheila numa biblioteca de Paris. Era no Itajubá, onde havia uma bela vista da Baía de Guanabara, que os pilotos da Aeropostale descansavam.



Em família 

François (mais novo) e o irmão Jean na companhia de Exupéry em agosto de 1940, em Agay, na França. Quatro anos depois, o avião que o escritor pilotava caiu no Mar Mediterrâneo

Filho da irmã caçula de Exupéry, François nasceu em Agay, na Provença, na França. Via o tio com relativa frequência até ele partir para os Estados Unidos em 1940 – foi lá, em exílio, que escreveu e lançou seu livro de maior sucesso, O pequeno príncipe. Segundo François, Exupéry não costumava lhe contar histórias, mas gostava de ler o que escrevia. “Eu ouvi em voz alta o manuscrito de Terra dos homens”, lembra, citando outra obra do autor. Ainda nessa época, o sobrinho escutava os relatos de aventuras do tio. “Exupéry contava que voava pela Região Amazônica: de um lado, o oceano, e do outro, uma floresta impenetrável”, lembra. “Ele sofreu três panes no motor e pousou na praia todas as vezes.”

Nascido em 1900, em Lyon, e casado com a salvadorenha Consuelo, Exupéry não teve filhos. Às 8h45 de 31 de julho de 1944, aos 44 anos, decolou da Córsega para uma missão de reconhecimento sobre a França ocupada. Nunca mais voltou. Em 1988, um pescador achou seu bracelete no Mar Mediterrâneo e, em 2000, os destroços do Lockheed P-38 foram localizados próximo dali. Seu corpo nunca foi encontrado. Os leitores mais românticos preferem acreditar que, assim como o piloto de O pequeno príncipe, Exupéry desvaneceu-se no ar. Recentemente um aviador alemão afirmou que abateu Exupéry. Mesmo assim, há quem acredite em falha humana, mecânica e até em suicídio. François tinha 18 anos quando soube do desaparecimento do tio. “Aguardamos muito tempo seu regresso”, lembra. “Depois entendemos que o mar foi sua sepultura.” Agora, poderá reencontrar um pouco de Zé Perri no Brasil.
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