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terça-feira, 17 de agosto de 2010

O que eles disseram - G. K. Chesterton


















Gilbert Keit Chesterton (1874-1936)
Para responder ao cético, não adianta insistir que deixe de duvidar. É melhor estimulá-lo a continuar duvidar, para duvidar cada dia mais das coisas novas e loucas do Universo, até que, enfim, por alguma estranha iluminação, ele venha a duvidar de si próprio.

terça-feira, 31 de março de 2009

O que eles disseram - Ayn Rand






Ayn Rand (1905-1982)


"O mundo nunca esteve antes tão desesperadamente á procura de respostas para perguntas cruciais, e também nunca esteve antes tão freneticamente comprometido à idéia de que encontrar respostas é impossível. Parafraseando a Bíblia, a atitude moderna é: 'Pai, perdoe-nos, pois não sabemos o que fazemos - e, por favor, não nos diga!'"

sábado, 14 de março de 2009

O que eles disseram - Thomas Carlyle



Thomas Carlyle (1795-1881)

A Bíblia é a expressão mais verdadeira que, em letras do alfabeto, saiu da alma do homem, mediante a qual, como através de uma janela divinamente aberta, todos podem fitar a quietude da eternidade e vislumbrar seu lar longínquo, há muito esquecido.

domingo, 8 de março de 2009

O que eles disseram - Goethe



Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832)

Continue avançando a cultura intelectual; progridam as ciências naturais sempre mais em extensão e profundidade; expanda-se o espírito humano tanto quanto queira; além da elevação e da cultura moral do Cristianismo, como ele resplandece nos Evangelhos, é que não irão.

terça-feira, 3 de março de 2009

O que eles disseram - Henry Van Dike


Henry Van Dike (1852-1933)

Nascida no Oriente e vestida de formas e de imagens orientais, a Bíblia percorre as estradas do mundo inteiro, familiariza­da com os caminhos por onde vai; penetra nos países, um após outro, para em toda parte sentir-se bem, como em seu próprio ambiente. Aprendeu a falar ao coração do homem em centenas de línguas. As crianças ouvem suas histórias com admiração e prazer, e os sábios ponderam-nas como pa­rábolas de vida. Os maus e os soberbos estremecem com os seus avisos, mas aos ouvidos dos que sofrem e dos penitentes sua voz tem timbre maternal. A Bíblia está entretecida nos nossos sonhos mais queridos, de sorte que o amor, a amizade, a simpatia, o devotamento, a saudade, a esperança, cingem-se com as belas vestimentas de sua linguagem preciosa. Tendo como seu esse tesouro, ninguém é pobre nem desolado. Quando a paisagem escurece, e o peregrino, trêmulo, chega ao Vale da Sombra, não teme nele entrar; empunha a vara e o cajado da Escritura; diz ao amigo e companheiro - "Adeus, até breve." Munido desse apoio, avança pela passagem solitária como quem anda pelo meio de trevas em demanda da luz.



(Do "Companionable Books", de Henry Vau Dyke, por gentileza dos seus editores, Charles Scribner's Sons).
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