sábado, 18 de fevereiro de 2017

Muçulmanos crescem no Brasil convertendo fiéis evangélicos



Muçulmanos crescem no Brasil convertendo fiéis evangélicos, afirma pesquisadora; Assista

Por Tiago Chagas



Os muçulmanos estão crescendo no Brasil a partir do rebanho evangélico. A constatação foi feita pela antropóloga Amanda Dias, que concedeu uma entrevista à sucursal brasileira da emissora francesa RFI e comentou detalhes das descobertas que fez em sua pesquisa sobre as características da comunidade muçulmana no Rio de Janeiro.

De acordo com Amanda Dias, uma das características dos brasileiros que se converteram ao islamismo é já ter feito parte de uma comunidade evangélica. E isso, em sua visão, se deve muito ao discurso adotado pelos líderes muçulmanos na cidade.

“Eles pregam um islã fundamentalista. No sentido de que ele vai no fundamento da religião. Então, ele não depende de uma tradição específica, e é acessível a um público maior […] Eles se baseiam no Corão, e nos hadith, que são os exemplos de vida do profeta [Maomé]”, afirmou a antropóloga.

Questionada pela jornalista Maria Emília Alencar sobre a origem desses novos muçulmanos, a pesquisadora confirmou que eles são oriundos de igrejas evangélicas e abandonaram a fé cristã depois de serem apresentados aos ensinamentos de Maomé.



“Isso foi o que eu encontrei durante a minha pesquisa demográfica, no trabalho de campo, e é diferente do que outros pesquisadores encontraram no passado. Então, eu acho que é [algo] recente, e que existe sim um trânsito sim [de fiéis] dessas comunidades evangélicas para o islã”, afirmou.

Parte do crescimento do islamismo no Brasil, e em particular no Rio de Janeiro (campo pesquisado pela antropóloga), se deve ao discurso adotado na abordagem das pessoas: “Esse trabalho que eles fizeram, de difusão do islã, é um trabalho de acolhimento das pessoas que chegam. Na mesquita, ela tem um ‘kit do revertido’, que vai ensinar fazer as orações, tem aulas de árabe para os brasileiros, os sermões vão ser feitos também em português, não apenas em árabe. Existe um acolhimento”, contou.

Grande parte dos que se convertem ao islamismo passam a conhecer a religião através de pesquisas: “As pessoas chegam à mesquita muito pelos seus próprios esforços. Elas vão procurar na internet […] descobrir o islã de outras maneiras”, acrescentou.

Esse dado pode revelar que a propaganda feita pelo Estado Islâmico – e outros grupos extremistas muçulmanos – surte efeito, atraindo pessoas para conhecerem a religião, fundada aproximadamente 600 anos depois da morte de Jesus Cristo.

Segundo Amanda Dias, os evangélicos que se convertem muçulmanos são atraídos pela ideia de que a religião islâmica funciona como algo paralelo ao cristianismo: “Existe uma certa continuidade [de valores morais], entre a igreja evangélica e o islã, no sentido de que os evangélicos já pedem um certo pudor na maneira de se vestir, etc, e o islã, no Brasil, ele vai insistir nessa continuidade. O primeiro livro que eles ganham ao chegar em uma mesquita é ‘Jesus, um profeta do islã’. Existe uma certa continuidade doutrinária, também”.

Atualmente, segundo a pesquisadora, estima-se que existam, “mais ou menos, mil muçulmanos ligados à Sociedade [Beneficente Muçulmana] no Rio de Janeiro”. Assista:

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Estudo revela que evangélicos estão se divorciando no mesmo ritmo que a população geral




Evangélicos americanos estão se divorciando na mesma proporção que a população em geral, segundo um novo estudo publicado pelo grupo Barna.

Enquanto a maioria dos evangélicos são casados ??(67%) em comparação com pessoas que seguem outras linhas do cristianismo (59%) e com o público em geral (52%), o número de divorciados é o mesmo nas três categorias (25%).

Outro dado revela que uma parte significativa de cristãos de diferentes doutrinas estão de acordo com a coabitação. Cerca de 41% afirmam que "é uma boa ideia morar com o parceiro antes do casamento", enquanto 88% das pessoas sem religião disseram o mesmo. Entre os evangélicos, apenas 6% concordam com a afirmação.

Entre os que discordaram da ideia, os "motivos religiosos" foram a principal razão para não apoiar a coabitação (34%). O estudo também descobriu que os evangélicos são o grupo menos propenso a procurar parceiros em grupos online — 75% dizem que nunca experimentariam esse tipo de encontro.

Roxanne Stone, editora-chefe do Grupo Barna, enfatizou que a tendência está longe dos hábitos tradicionais de casamento. "Embora já tenha sido visto como o desfecho dos relacionamentos românticos, o casamento parece estar em debate. Os ‘ensaios’ e ‘erros’ agora podem ser testados antes do casamento”, ela observa.

Diante do cenário, Stone incentiva os líderes evangélicos a levarem em conta essas mudanças. "Você fala sobre os benefícios e riscos do namoro virtual? Você está tendo conversas francas sobre sexo? Você consegue oferecer uma razão plausível para as pessoas não morarem juntas antes do casamento?”, ela questiona.

"As igrejas, muitas vezes, têm medo de abordar estas questões fora do grupo de jovens — mas, cada vez mais, os jovens adultos precisam deste tipo de orientação. Eles são céticos em enxergar a Igreja como algo relevante para suas vidas", disse Stone

Fonte: Guia-me

Após polêmica, prefeitura de Olinda anuncia o cancelamento do "Polo Gospel" no carnaval


A prefeitura da cidade de Olinda cancelou o que seria o primeiro "Polo Gospel" do carnaval da cidade (que seria um dos 13 palcos oficiais), uma semana após anunciá-la. Diz que o fez a pedido dos próprios organizadores.

Entre os próprios evangélicos, a ideia de montar um Carnaval evangélico gerou mais polêmica do que bênção.

A bancada evangélica da Assembleia Legislativa pernambucana, por exemplo, não aprovou. O deputado estadual Adalto Santos (PSB) disse que conversaria com o prefeito de Olinda sobre o "prejuízo espiritual" do evento.

"Fazemos todo um esforço para tirar a juventude das drogas e da promiscuidade, e isso pode se perder se essas pessoas participarem do Carnaval", afirmou em discurso na Assembleia.

O deputado-pastor Cleiton Collins (PP) o acompanhou. "Evangélico não brinca o Carnaval. O que devemos fazer é evangelizar e cuidar das feridas nesta festa, que provoca muitos problemas com álcool e drogas", afirmou, segundo o "Jornal do Commercio".

O próprio prefeito, Professor Lupércio (SD), na foto, é evangélico. Em comunicado, a prefeitura disse que o polo "não foi pensado para que os evangélicos 'brincassem' o Carnaval".

Um dos coordenadores da atração, o pastor Josildo Ferreira diz à Folha que "a mídia distorceu um pouco as coisas", o que levou "as igrejas mais tradicionais a não entenderem nosso objetivo".

Ele é também vocalista da Banda Nova, que se apresentaria no local e prega a palavra de Deus em maracatu, ciranda e outros ritmos populares no Estado.

"Jesus não veio mudar a cultura, e sim as pessoas", diz. Segundo Josildo, algumas ações do Movimento Missões Urbanas Brasil, responsável pelo polo frustrado, continuarão –como a distribuição das Bíblias e a peregrinação de um grupo de percussão gospel com cerca de 200 pessoas.

De acordo com a prefeitura, os representantes do movimento devem articular um evento nos mesmo moldes para março, nos dias 17 e 18. 

O polo gospel estava programado para realizar apresentações culturais, batalhas de rap, street dance e palestras durante as tardes dos quatro dias de carnaval. À noite, o palco contaria com apresentações de bandas gospel, frevo, manguebeat e rock. Grupos como Banda Nova, Manacial, Marcelo Biork e Louvadeira Novo Ser já estavam confirmados no polo, que contaria também com distribuição de mais de 10 mil bíblias e oficinas artísticas. 

Confira, na íntegra, a nota da Prefeitura de Olinda:

A Prefeitura de Olinda informa que os organizadores do Movimento Missões Urbanas Brasil protocolaram um pedido solicitando o cancelamento da montagem e programação do Polo Gospel. O Polo seria armado na Avenida Presidente Kennedy, em Peixinhos. O Movimento é formado por representantes de igrejas cristãs e foi quem solicitou a realização do evento junto à Prefeitura de Olinda. O Missões Urbanas Brasil garante que as ações sociais e de evangelização vão acontecer durante todo o período momesco, mantendo o que já vinha ocorrendo em outros carnavais. Os representantes do Missões Urbanas Brasil estão viabilizando um novo evento previsto para os dias 17 e 18 de março com o apoio da Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda.

Fonte: Folha de São Paulo e Diário de Pernambuco

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Israel dá um passo legal rumo à anexação da Cisjordânia

Nova norma que legaliza os assentamentos não autorizados consolida as colônias irregulares

Colono israelense em Kfar Tipuah, na Cisjordânia. EDWARD KAPROV

JUAN CARLOS SANZ

Corresponsal en Oriente Próximo
Kfar Tapuah (Cisjordânia)

Com três meninos de menos de cinco anos de idade e a cabeça coberta como determina a lei judaica para as mulheres casadas, a engenheira de sistemas Michal Gonen, de 24 anos, acredita firmemente que seus filhos continuarão a se criar na Samaria (nome bíblico da Cisjordânia). No topo de um morro ocupado por pequenas casas de telhados vermelhos, cerca de cem metros acima do cruzamento de estradas que levam a Jerusalém e a Tel Aviv cruzando o território palestino ocupado há meio século, ela recita o mantra dos colonos: “A Bíblia diz que esta terra é nossa; o Corão não faz nenhuma menção a ela”.

No dia seguinte ao da votação no Knesset (Parlamento) da lei que regularizou na segunda-feira, com efeito retroativo, mais de 50 assentamentos não autorizados por Israel (cerca de 4.000 casas) na Cisjordânia, o Tribunal Supremo baixou uma sentença salomônica. Os magistrados determinaram a demolição em até 15 meses de 17 casas construídas em terrenos reivindicados por camponeses árabes no outpost(colônia ilegal) localizado na região oeste de Kfar Tapuah, o assentamento onde Michal mora há dois anos. Mas, ao mesmo tempo, aprovaram a permanência de 18 chalés pré-fabricados e o isolamento forçado de outros quatro que ganham legalidade com a polêmica lei.



A aprovação dessa lei pelo Parlamento foi amplamente condenada pela comunidade internacional, por colocar em risco a solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos. A ONU a classificou, sem meias-palavras, como “um passo rumo à anexação da Cisjordânia”. Até mesmo os Estados Unidos, principal aliado do Estado judeu e que se mantivera em silêncio desde a chegada de Donald Trump à Casa Branca, apesar do anúncio da construção de novas 6.000 casas em colônias judias em território palestino ocupado, começou a reagir contra a medida.

O próprio Trump comentou o assunto na edição de fim de semana do jornal Israel Hayom, dizendo: “Não estou entre os que acreditam que continuar expandindo os assentamentos seja uma coisa boa para a paz”. Com essa relativa mudança de posição, o presidente norte-americano parece estar marcando terreno antes da visita oficial do primeiro-ministro israelense, Benjamin Nethanyau, a Washington, prevista para esta quarta-feira. Suas declarações foram publicadas pelo jornal de distribuição gratuita publicado em Israel pelo magnata dos cassinos Sheldon Adelson, que fez doações para as campanhas dos dois líderes.





Um veículo de segurança privada percorre a encosta do outpost no lado oeste de Kfar Tapuah, atingido pelo vento como um povoado fantasma abandonado desde o seu próprio nascimento, há 20 anos. Os poucos moradores que saem de suas casas, onde se ocupam com a preparação dos pratos para o shabat nas horas que antecedem o cair da noite de sexta-feira, se recusam a cumprimentar os visitantes desconhecidos. Entre os colonos impera a lei do silêncio.

O engenheiro eletrônico Elad Amsterdam, de 29 anos, afirma, na área central do assentamento principal, que a justiça acabará dando razão aos colonos. “Alguns poucos trailers [como ele denomina as casas portáteis] terão de ser deslocados uns 20 metros para dentro, mas a maior parte dos outros ficará no mesmo lugar”, explica, antes de dizer: “Não sabemos nada sobre os árabes que pediram aos tribunais israelenses para lhes devolverem esses terrenos”.


Esse judeu ortodoxo de aparência contemporânea se mudou para Kfar Tapuah há três anos, junto com sua mulher e os três filhos pequenos, saindo de uma casa da periferia de Tel Aviv para uma com quatro dormitórios com jardim pela qual paga um aluguel mensal de 1.800 shekels (cerca de 1.500 reais), quatro vezes menos que custaria na capital econômica de Israel, para onde se desloca diariamente para trabalhar. “Não moramos aqui apenas por causa do preço, mas também por causa da natureza e do clima de solidariedade que se respira nesta comunidade de 200 famílias e 1.000 habitantes”, argumenta.
Casa pré-fabricada na região oeste de Kfar Tipuah. Ao fundo, os vilarejos palestinos de Jamain e Zeitun. EDWARD KAPROV

Várias ONGs pacifistas israelenses entraram na semana passada com um recurso para que a lei que regularizou esse outpost seja considerada contrária aos princípios constitucionais de Israel, que garantem o direito à propriedade privada. O próprio promotor-geral do país, Avichai Mandelblit, encarregou-se de representar o Estado no processo de revisão da legalidade do ato. Mandelblit havia alertado o Governo de que sua aprovação traria graves consequências para ocupantes de altos cargos civis e militares israelenses, que podem ser processados pela Corte Penal Internacional. O Conselho de Segurança da ONU ratificou em dezembro do ano passado a sua resolução 2334, segundo a qual todos os assentamentos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, onde moram mais de 600.000 colonos judeus, são irregulares.

Como todas as demais colônias, Kfar Tapuah é cercada por uma grade com arame farpado na parte superior. Em suas ruas circulam veículos blindados do Exército e seguranças contratados pelos próprios moradores. No outpost da região oeste, além disso, há torres de vigilância com presença permanente de soldados. Uma oficial vigia de cima os acessos que dão para o vilarejo palestino mais próximo, Ysuf, de onde chega com clareza, pelos alto-falantes da mesquita, a voz de um imã durante o sermão das sextas-feiras. Ali moram os 15 camponeses que reivindicaram, com a ajuda da organização pacifista israelense Yes Din, que lhes sejam devolvidas as terras ocupadas pela colônia.
Colonos e soldados

A presença permanente de soldados entre os colonos levou a ONG anti-ocupação Breaking the Silence a apontar “a distância existente entre os protocolos oficiais [das Forças Armadas] e a realidade local”. Yuli Novak, diretora dessa organização, formada por militares veteranos, afirmou em um relatório recente que “várias décadas de ocupação fizeram com que os colonos tomem parte ativa do controle militar sobre os palestinos”.

As imagens registradas e divulgadas no mundo todo do tiro dado por um soldado em março do ano passado em Hebrón (sul da Cisjordânia) para matar um palestino que jazia no chão ferido e desarmado mostravam vários colonos presentes na cena da ação. Testemunhos anônimos de militares, reunidos agora pela Breaking the Silence, atestam casos de relacionamentos pessoais estreitos entre colonos e soldados e a presença de civis em operações do Exército, em que alguns chegam até mesmo a dar ordens para militares uniformizados.

EXTRA! Israel deve anexar a Cisjordânia e dar aos palestinos plena cidadania

RT


© Ammar Awad / Reuters


Israel deve anexar todas as terras ocupadas sobre as quais reivindica soberania e conceder plena cidadania aos que estão sob sua extensa jurisdição, disse o presidente Reuven Rivlin, aparentemente implicando a anexação total da Cisjordânia.

Falando no contexto mais amplo do controverso projeto de lei que legalizou os assentamentos israelenses nos territórios ocupados na semana passada, Rivlin criticou as políticas de assentamentos que seu país seguiu após a Guerra de 1967.

Em vez disso, o presidente israelense argumentou que Israel deveria estender sua soberania total sobre a terra de "Sião" e reivindicar terras Tel Aviv ocupadas na Guerra dos Seis Dias que inclui os assentamentos dentro dos territórios palestinos da Cisjordânia e Jerusalém Oriental e dentro da Síria Território no Golan Heights.

"Eu, Rubi Rivlin, acredito que Zion é inteiramente nosso. Acredito que a soberania do Estado de Israel deve estar em todos os blocos ", disse o presidente, enfatizando que se referia a toda a Cisjordânia, segundo o Times de Israel.
Consulte Mais informação

No início deste mês, os legisladores israelenses aprovaram o chamado Projeto de Regulamentação que abrange os assentamentos e postos avançados israelenses construídos em terrenos palestinos privados na Área C da Cisjordânia. Os postos avançados, que são casas de colonos não aprovados pelo governo, são considerados ilegais de acordo com a lei israelense.

De acordo com a nova lei, os colonos serão autorizados a permanecer em terras palestinas privadas se não tivessem conhecimento prévio de que tinham sido de propriedade de palestinos ou foram instruídos pelo governo a construir casas lá. A lei também prevê compensação para os proprietários palestinos, que serão pagos um preço de mercado para suas terras, mas não será capaz de vendê-lo.

Comentando sobre a aprovação da lei, Rivlin enfatizou que "ao longo dos anos, o Estado de Israel não sabia exercer o sentido e a responsabilidade e implementar a soberania".

"Em Jerusalém Oriental, Israel exerceu soberania e, mais tarde, o governo de Begin passou a Lei de Jerusalém e depois a Lei de Alturas do Golã. Essas leis estabeleceram soberania e, assim, estabeleceram regras diferentes ", disse o presidente de acordo com a Ynet news.

"O que está claro é que, para provar que não há contradição entre a democracia e um Estado judeu, é importante não aprovar leis em lugares onde não decidimos exercer a soberania. Nós devemos primeiramente decidir o que nossa posição está a respeito da soberania, " Rivlin disse que endereçam a conferência de B'Sheva Jerusalem.


O presidente israelense raciocinou que uma vez que os territórios forem anexados, os cidadãos que vivem lá serão concedidos a cidadania israelense cheia e ser julgados sob a lei israelense.

"Aplicar a soberania a uma área dá cidadania a todos aqueles que vivem lá ... Não há lei [separada] para israelenses e para não- israelenses ", disse o presidente. "Deve ficar claro: se estendermos a soberania, a lei deve se aplicar igualmente a todos".



Enquanto isso, o Jerusalem Post informou que Yehuda Glick, um rabino israelense nascido nos Estados Unidos e atual parlamentar do Likud, planeja submeter um projeto de lei ao Knesset pedindo a anexação de assentamentos.

Se aprovada, a anexação cobriria pelo menos um terço dos 386 mil colonos na Judéia e Samaria, com base em dados de 2015 do Departamento Central de Estatísticas, segundo a publicação. A legislação, apoiada pelo Vice-Ministro dos Negócios Estrangeiros Tzipi Hotovely e pelo Ministro dos Transportes Israel Katz, cobriria Ma'aleh Adumim Givat Ze'ev, Geva Binyamin (Adão), Psagot, Ma'aleh Michmash e as áreas de Gush Etzion.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou a aprovação de mais de 6.000 unidades de habitação nas duas primeiras semanas da presidência de Trump, todas as quais as Nações Unidas consideram ilegais.

Netanyahu está programado para se encontrar com o Trump em Washington na quarta-feira, onde se prevê que a questão dos assentamentos israelenses ocupe um lugar proeminente. Em seu caminho para os EUA, Netanyahu disse a repórteres em Tel Aviv que ele e o novo presidente americano vêem "olho por olho" no futuro da região.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Joachim Gauck, de pastor rebelde a presidente da Alemanha


Joachim Gauck, de pastor rebelde a presidente da Alemanha

O ativista de direitos humanos na antiga Alemanha Oriental restabeleceu a dignidade do cargo de presidente e se manteve fiel aos seus temas mais queridos: liberdade e reconciliação com as vítimas do nazismo.


Gauck durante a eleição de seu sucessor, Frank-Walter Steinmeier, no Parlamento alemão


Em meados de fevereiro de 2012, Joachim Gauck, então com 72 anos, estava num táxi a caminho de casa quando uma nova reviravolta acontece em sua vida. O celular toca, e a chanceler federal alemã, Angela Merkel, comunica-lhe que o partido dela gostaria de indicá-lo candidato ao cargo de presidente. Gauck agradece e acrescenta estar ciente de que a decisão não deve ter sido fácil para ela. Ele sabe que a chanceler teria dito: "Uma coisa é certa: Gauck não será [presidente]".

Ela estava errada. Ele se torna presidente na segunda votação, depois de obter a grande maioria dos votos da Assembleia Nacional. Um ano e meio antes, Merkel havia impedido a presidência de Gauck: é verdade que ele, como a própria chanceler, vem da antiga Alemanha Oriental, mas ele seria por demais imprevisível e teimoso.

Essas características se refletem no período de Gauck no Palácio Bellevue, a sede presidencial em Berlim. Por exemplo quando ele defende uma reparação alemã aos crimes de guerra cometidos pelos nazistas na Grécia, enquanto o governo evita esse tema como o diabo foge da cruz. Ou quando ele chama de genocídio o massacre turco contra os armênios bem antes de o governo tomar uma posição sobre o assunto.

Até que ponto um presidente alemão, um cargo principalmente representativo, pode interferir em assuntos políticos cotidianos? Gauck se movimenta num terreno escorregadio quando pede mais engajamento militar da Alemanha ou critica a eleição de um primeiro-ministro de esquerda no estado alemão da Turíngia, na região da antiga Alemanha comunista.

Uma agência com o seu nome

Nascido em 1940 em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, Gauck não é apenas direto nas palavras – "Eu era um estudante fanfarrão", disse, a seu respeito – como também levou ao cargo uma autoconfiança despreocupada. Em toda a Alemanha, mas especialmente no oeste, sua biografia de pastor rebelde na antiga Alemanha Oriental lhe confere muito mais credibilidade do que uma carreira num partido político poderia lhe dar. Ele restabeleceu a dignidade do cargo após seus dois antecessores, Horst Köhler e Christian Wulff, renunciarem.

Logo ele se torna um concorrente da chanceler federal nas pesquisas de popularidade e, de forma surpreendente, é ainda mais popular no oeste do que no leste do país. No leste, as opiniões se dividem sobre os dez anos de trabalho dele como "encarregado especial para os documentos especiais" da antiga Stasi. Os críticos, incluindo alguns ex-companheiros do movimento pelos direitos civis, afirmam que ele foi menos gestor e mais juiz e procurador. A agência dirigida por ele logo se torna conhecida como "agência Gauck", e entre os antigos comunistas do lado oriental ele é chamado de "o grande inquisidor", o que ele considera um comentário maldoso.


Por dez anos, Gauck administrou os arquivos do serviço de inteligência da Alemanha Oriental

Destino do pai marcou Gauck politicamente

A oposição de Gauck ao regime da República Democrática da Alemanha (RDA) decorre de uma experiência dolorosa da juventude. Quando ele tinha 11 anos, seu pai foi levado, por causa de um contato que tinha no oeste alemão, para um campo de trabalhos forçados na Sibéria e, somente quatro anos mais tarde, libertado.

Em suas memórias, Gauck escreveu que o destino do pai lhe marcou politicamente e o impediu de ter qualquer simpatia pelo regime comunista. Ele desiste de se tornar jornalista, como inicialmente queria, e vai estudar teologia, tornando-se pastor. Suas atividades na igreja evangélica são vistas com desconfiança pela Stasi. Os registros sobre Gauck afirmam que ele seria um "anticomunista incorrigível", que age sob o manto da igreja.

No outono de 1989, ele se une ao recém-formado movimento pelos direitos civis Neues Forum (Novo Fórum) e é eleito deputado na primeira eleição livre para o Parlamento da Alemanha Oriental, em 1990. Em seguida, acaba sendo escolhido, meio por acaso, como ele mesmo diz, para o cargo de principal administrador dos arquivos da Stasi.

Gauck se torna uma das figuras centrais do processo de unificação das duas Alemanhas, e a palavra gaucken (em referência a seu sobrenome) se torna um sinônimo para a verificação da ficha dos candidatos para o serviço público. Ele encampa as demandas da maioria dos defensores dos direitos civis, luta pela abertura regulamentada por lei dos arquivos da Stasi e adverte contra colocar um ponto final no passado. Em 2000, depois de dois mandatos à frente da gestão dos arquivos da Stasi, fala de uma "profunda satisfação por criamos uma lei especial que tem contribuído para a deslegitimação da ditadura finda".


Gauck (dir.) e François Hollande dão as mãos em Oradour-sur-Glane

"Professor da democracia"

Nos 12 anos seguintes, ele se engaja no debate público contra o esquecimento dos males causados pelas ditaduras nazista e comunista e a favor da democracia, até receber no táxi a ligação da chanceler federal. Mesmo presidente, ele não abandona seu tema favorito: a liberdade. Seu entusiasmo pelo assunto deriva da experiência com o Muro de Berlim e a ditadura. "Eu conhecia o olhar de compaixão daqueles consideravam ingênua a minha duradoura alegria quanto à liberdade no oeste, [...] que me olhavam como se eu tivesse há pouco imigrado de uma cultura primitiva", escreveu.

Seu segundo grande tema é a reconciliação com os vizinhos: a primeira viagem internacional leva Gauck à Polônia. Imagens mostram ele de mãos dadas com o presidente francês, François Hollande, em Oradour, com o presidente grego, Karolos Papoulias, em Lingiades, ou ao lado de Petro Poroshenko em Baby Yar, na Ucrânia – locais de massacres nazistas.

Nenhum presidente alemão derramou lágrimas de emoção tão frequentemente e em público. Seu mandato também coincidiu com as celebrações pelo 70º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial. Numa foto, ele é visto no memorial Seelower Höhen, nas proximidades de Berlim, onde se travou uma das últimas batalhas sangrentas do conflito. Gauck anda de mãos dadas com veteranos de guerra idosos. Eles vêm do país que, muitos anos atrás, sequestrou o seu pai.

Representante de uma era

Por muito tempo, ele deixou o público em dúvida sobre se estaria disponível para um segundo mandato. Então, em junho de 2016, rejeitou a possibilidade, argumentando não ter mais forças. Tomar a decisão, porém, não foi fácil. A política migratória e a ascensão do partido populista de direita Alternativa para a Alemanha (AfD) o fazem ponderar se não deveria continuar como uma âncora de estabilidade.

No final de seu mandato, o círculo de sua atuação política se fecha. Para ele, as semanas que antecederam a queda do Muro de Berlim permanecem como a principal experiência de sua vida política: "Liberdade é bom, mas a libertação é ainda mais emocionante."

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Aeronáutica abre vagas para Capelães e mais 51 vagas para nível superior


Aeronáutica abre 55 vagas para nível superior
Cinco editais para exames de admissão contemplam 22 áreas distintas
 Fonte: DEPENS

Edição: Agência Força Aérea, por Ten Cynthia Fernandes




A Força Aérea Brasileira lançou, nesta segunda-feira (06/02), cinco editais para exames de admissão, que contemplam 22 profissões de nível superior. Ao todo, foram abertas 55 vagas. As inscrições para os processos seletivos acontecem no período de 20 de fevereiro ao dia 21 de março de 2017 (até as 15h do último dia, horário de Brasília-DF) e devem ser feitas no site www.ciaar.com.br. A taxa de inscrição é de R$ 120,00.

Para participar dos exames de admissão de dentistas, engenheiros e farmacêuticos, os candidatos não podem completar 36 anos, até o dia 31 de dezembro de 2018. Os profissionais que participarem do exame de admissão para o Estágio de Adaptação de Oficiais de Apoio deverão ter no máximo 32 anos, em 31 de dezembro de 2018. Para participar do Exame de Admissão ao Estágio de Instrução e Adaptação para Capelães o candidato deverá ter entre 30 e 40 anos de idade, até 31 de dezembro do ano da matrícula no estágio.

O processo seletivo é composto de provas escritas (língua portuguesa, conhecimentos especializados e redação), inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico, prova prático-oral (somente para dentistas e farmacêuticos) e validação documental.

As provas escritas ocorrerão no dia 28 de maio de 2017. Se aprovado em todas as etapas, o candidato fará o curso/estágio no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), em Belo Horizonte (MG), durante aproximadamente 17 semanas.

Para obter mais informações, não deixe de consultar o edital na página www.fab.mil.br/ciaar.





domingo, 29 de janeiro de 2017

Astrônomo afirma que asteroide catastrófico se chocará com a Terra em 16 de fevereiro





O planeta pode estar com os dias contados. Ao menos, no entendimento do especialista em astronomia russo Dyomin Damir Zakharovich.

De acordo com ele, conforme publicação do jornal do Reino Unido, Daily Mail, o asteroide 2016WF9, descoberto no ano passado, não passará apenas nas proximidades da Terra, como afirma a NASA, mas sim, se chocará com o planeta, gerando um super tsunami, com chances reais de acabar com a civilização.

O asteroide tem, ao menos, um quilômetro de diâmetro e foi avistado pela última vez no dia 27 de novembro de 2016, pela missão NEOWISE da NASA. Ele estaria viajando a quase cinco anos pelo espaço, passando nas proximidades do principal cinturão de asteroides de Marte e, de acordo com Zakharovich,agora está no caminho da órbita da Terra.

A NASA já pronunciou algumas vezes sobre o que fazer em casos de asteroides de grande proporção vindo em direção ao planeta Terra. A agência garante que a chance de isso acontecer é mínima, por outro lado, caso uma colisão dessa magnitude venha a se confirmar num futuro próximo, não haveria o que ser feito, já que as ideias para destruição de objetos desse tamanho ainda não são viáveis.

Junto à estátua de Lutero no Vaticano, Papa diz que o reformador pôs a Palavra de Deus nas mãos de todos


Francisco ao encontro do reformador Lutero, que “pôs a Palavra de Deus nas mãos” de todos

O Papa Francisco diz que Lutero “foi um reformador” que, “num momento difícil”, pôs “a Palavra de Deus na mãos dos homens”. Nas vésperas da sua viagem à Suécia, onde estará em celebrações ecuménicas para abrir as comemorações dos 500 anos do início da Reforma luterana, o Papa concedeu uma entrevista à revista dos jesuítas La Civiltà Cattolica, onde fala de Lutero e da Reforma protestante de 1517, do proselitismo e da perseguição que hoje sofrem os cristãos em tantos países.

Uma síntese da entrevista, em castelhano, pode ser lida aqui e aqui, em italiano, o texto integral.
Na entrevista, o Papa diz que Lutero quis remediar uma situação complexa. “Depois, em parte por situações políticas e também religiosas, essa reforma converteu-se em separação e não num processo de reforma de toda a Igreja, porque a Igreja es sempre reformanda [está sempre em renovação].
A sua primeira esperança com esta viagem é “aproximar-se”, diz o Papa: “A minha esperança e a minha expectativa são as de me aproximar mais dos meus irmãos e das minhas irmãs. A aproximação faz bem a todos. A distância, pelo contrário, faz-nos mal. Quando nos afastamos, fechamo-nos em nós mesmos e ficamos incapazes de nos encontrarmos. Devemos assumir os nossos medos. Temos de aprender a transcendermo-nos para encontrar os outros. Se não o fizermos, nós, cristãos, ficamos doentes de divisão.”


O programa da viagem – que se inicia às 10h (hora de Lisboa) desta segunda-feira, dia 31 e que o secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, já considerou um “momento histórico” no caminho da “reconciliação” e busca da unidade – pode ser conhecido aqui. Neste mesmo endereço, serão transmitidas também imagens em directo dos actos públicos da presença do Papa na Suécia.

Sintomaticamente, o símbolo escolhido para a viagem ao Norte europeu luterano é uma cruz latino-americana, pintada com as cenas do quotidiano.


Sobre Lutero, os bispos católicos da Alemanha, pátria do iniciador da Reforma, tinham publicado em Agosto um documento em que afirmam que ele foi “um pioneiro religioso, testemunha do Evangelho e mestre da fé”. Lutero, dizem os bispos católicos alemães, preocupava-se apenas com a renovação da força teológica do arrependimento e da conversão.
O próprio Papa terá telefonado há três dias a Eugenio Scalfari, antigo director doLa Repubblica, dizendo que irá insistir, na sua viagem, na dimensão de Lutero como reformador. Mas o tema em que mais insistirá, de acordo com o que o próprio Scalfari conta desse telefonema, é o da reforma da Igreja Católica, na linha da misericórdia. Os pobres e o acolhimento dos emigrantes, independentemente da sua religião, serão a ideia forte que o Papa quererá transmitir, escreve Scalfari.
Ainda sobre o monge Martinho Lutero, “profeta da Bíblia e da consciência”, pode ler-se este texto publicado no caderno La Lettura, do Corriere della Sera, e traduzidoaqui para português.
Neste outro texto, faz-se uma curta análise da recuperação da figura de Lutero pelo catolicismo.

sábado, 28 de janeiro de 2017

Adolescente compartilha a luta de ser cristão em área controlada pelo Estado Islâmico



Um adolescente cristão que vive no Iraque em uma região sob o governo do grupo extremista Estado Islâmico (EI) compartilhou como ele e sua mãe foram perseguidos por causa de sua fé cristã. Ismail tinha 14 anos quando os militantes do EI invadiram a aldeia de Bartella, onde ele morava com sua mãe.

Eles foram forçados a se converter ao Islã ou então eles seriam mortos. Com medo da morte, eles disseram que haviam sido cristãos no passado. Mas um dia, os militantes descobriram que Ismail ainda estava usando um colar com uma cruz, identificando-o como um cristão. Ele foi severamente espancado e teve de memorizar diversas partes do Alcorão.

Ismail e sua mãe viram muitos outros sendo espancados e mortos. Eles até testemunharam um grupo de crianças executando prisioneiros e uma mulher sendo apedrejada até a morte.
Depois de dois anos vivendo sob esta violência, Ismail e sua mãe conseguiram escapar. Agora eles estão vivendo em Erbil e estão sendo ajudados por pessoas que trabalham em uma organização de ajuda humanitária.

Ismail lamenta o fato de ter sido forçado a fingir que se converteu ao Islã. "Sim, estou envergonhado por ter professado o Islã como minha religião", disse ele.

Um quase novo cenário

O Estado Islâmico tem sido expulso de Bartella, mas a cidade ainda não é habitável. Embora a presença do grupo extremista na região esteja diminuindo, o pequeno número de cristãos que permanecem, ainda enfrenta riscos diários.

Simon Barrington, diretor executivo do Samaritan's Purse, uma organização cristã liderada pelo evangelista Franklin Graham, ressaltou sua surpresa com o compromisso dos moradores de Barterlla. “Fiquei espantado com a sua determinação e compromisso com o povo de Barterlla e a região vizinha”, contou.

“Seu empenho em ser um testemunho contínuo nessa área é lindo”, afirmou ele que tem prestado ajuda aos cristãos da região. "Há enormes riscos para eles em permanecer no local, mas eles estão muito determinados", finalizou.

Fonte: Guia-me

domingo, 22 de janeiro de 2017

Organizadora de Marcha das Mulheres em Washington, Linda Sarsour, é muçulmana pró lei de Sharia e tem ligações com o Hamas

Organizadora de Marcha das Mulheres em Washington, Linda Sarsour, é muçulmana pró lei de Sharia e tem ligações com o Hamas

Cristina Laila



Aproximadamente 200.000 pessoas participaram da "Marcha das Mulheres" em Whashington, DC, neste sábado. Uma das organizadoras da marcha, Linda Sarsour é uma ativista muçulmana pró-palestina.

Ela também defende a Lei da Sharia na América e tem ligações com a organização terrorista, o Hamas.

Linda Sarsour é muito incisiva sobre seu apoio para Palestina e seu ódio total para Israel. Ela tem laços com a organização terrorista, Hamas conforme o Daily Caller relatórios:

Linda Sarsour, uma das organizadoras da Semana Feminina neste Sábado, em Washington, DC, foi recentemente vista em uma grande convenção muçulmana em Chicago posando para fotos com um acusado do Hamas, o grupo terrorista.

Sarsour, líder da Associação Árabe-Americana de Nova York e uma Casa Branca de Obama "Campeão da Mudança", falava na 15ª convenção anual do mês passado da Sociedade Americana Muçulmana e do Círculo Islâmico da América do Norte.

Enquanto estava lá, ela posou para uma foto com Salah Sarsour, um membro da Sociedade Islâmica de Milwaukee e ex-operário do Hamas que foi preso em Israel na década de 1990 por causa de seu suposto trabalho para o grupo terrorista.

Linda Sarsour é muito ativa no Twitter. Ela é pro lei Sharia e um par de seus tweets ainda têm um tom sedicioso, onde ela romanticiza a lei Sharia e sugere que seja aplicada sobre toda América, por meio da qual teríamos empréstimos sem juros.



O fato de uma facção islâmica ser uma das organizadoras da Marcha das Mulheres é risível na melhor das hipóteses. O Islã é responsável pelos piores abusos de mulheres e crianças, não só ao longo da história, mas hoje em dia. Os supremacistas islâmicos que desejam impor a lei sharia nos Estados Unidos infiltraram vários movimentos esquerdistas para aparecerem como uma minoria oprimida.

Aqui está bizarro tweet de Maya Shwayder, que é correspondente para o Jerusalem Post em Nova York ... ela está realmente comemorando um Hijab? Desgastar uma bandeira americana como um Hijab igualmente vai de encontro ao código da bandeira dos EU.



Eu procurei Linda Sarsour no Twitter para confrontá-la sobre os abusos das mulheres sob o Islã. Eu também mencionei o fato de que o casamento infantil é abominável, mas sancionado sob a lei Sharia. Quando eu perguntei se ela denuncia esses abusos, abaixo estava a sua resposta para mim ...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Igreja Batista no Ipsep, na Zona Sul do Recife, é incendiada

Segundo pastor responsável pelo templo religioso, suspeitos levaram dinheiro, instrumentos musicais e equipamentos eletrônicos. Fieis prestaram queixa em delegacia.

Por G1 PE


Térreo da igreja foi danificado pelo fogo (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Uma igreja batista no bairro do Ipsep, na Zona Sul do Recife, foi alvo de um incêndio na madrugada deste domingo (8). De acordo com fieis, o fogo começou por volta das 3h, após o templo religioso ter sido invadido por bandidos que tentaram levar dinheiro e instrumentos musicais do local. Ninguém ficou ferido.

“Levaram um teclado, um baixo e dois microfones sem fio e um retroprojetor. Outros instrumentos musicais ficaram quebrados no salão, provavelmente porque eles não conseguiram passar com os equipamentos pela mesma porta que entraram”, relata o pastor Silvio Sacramento Rosa, responsável pela igreja. Ele acredita que as chamas foram iniciadas pelos bandidos.

O primeiro andar do espaço não foi danificado pelo fogo. Durante a manhã, os bombeiros foram acionados para debelar as chamas. O quarto em que é realizada a contabilidade da instituição foi totalmente danificado pelo fogo, além de algumas das paredes do salão principal.



Instrumentos musicais utilizados no templo religioso foram atingidos pelas chamas (Foto: Reprodução/WhatsApp)

Os responsáveis pela igreja fizeram um Boletim de Ocorrência na delegacia de Boa Viagem, na Zona Sul. O G1 entrou em contato com a polícia, mas a corporação não soube informar se o caso está sendo investigado. A reportagem também procurou os bombeiros, mas a instituição não repassou detalhes sobre a ocorrência.

sábado, 7 de janeiro de 2017

🇩🇪 vs. ☪ "Tolerância zero": o rival de Merkel pede o fechamento das mesquitas salafistas na Alemanha



FOTO DO ARQUIVO © Ina Fassbender / Reuters

As mesquitas alemãs dirigidas por clérigos que aderem à seita ultra-conservadora do islamismo sunita chamado Salafismo devem ser fechadas, suas comunidades destruídas e os pregadores expulsos, acredita o vice-chanceler alemão Sigmar Gabriel.

"Sobre esta questão, eu sou para tolerância zero", disse a autoridade alemã Der Spiegel em entrevista, comentando sobre as relações entre o atacante Natal caminhão mercado e um pregador salafista.

"As mesquitas salafistas devem ser banidas, as comunidades quebradas e os pregadores expulsos. E o mais rapidamente possível ", disse ele em uma entrevista publicada na sexta-feira.

Gabriel estava se referindo ao pregador salafista Abu Walaa, que foi preso em novembro junto com outros por recrutar pessoas na Alemanha em nome do grupo terrorista Estado Islâmico (IS, anteriormente ISIS / ISIL). O suspeito de ataque ao caminhão Anis Amri, que matou 12 pessoas em um mercado de Natal em Berlim, teria se comunicado com o clérigo.

O salafismo está crescendo rapidamente na Alemanha, florescendo em subsídios e outras formas de apoio da Arábia Saudita e outras nações do Golfo. O credo pede o retorno às raízes fundamentais do Islã e declara que é incompatível com as formas modernas da sociedade. O movimento está associado com grupos islâmicos radicais, incluindo a IS.

Gabriel diz que a Alemanha deve combater as formas radicais do Islã em seu próprio solo.

"Se nós somos sérios sobre a luta contra o islamismo e terrorismo, então também deve ser uma luta cultural", disse a revista.

Isso significa fortalecer a coesão da sociedade e garantindo que "as áreas urbanas não são negligenciados, aldeias não cair em desuso e as pessoas não se tornam cada vez mais radicalizada", acrescentou.

Gabriel lidera os social-democratas (SPD), um aliado da coalizão da chanceler Angela Merkel democratas-cristãos (CDU). Ele é esperado para concorrer a chanceler este ano contra seu atual chefe.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

🏛 Decreto do Governador de São Paulo dá nome do pastor Enéas Tognini à Faculdade




O governador Geraldo Alckmin assinou na sexta-feira, 30, decreto que dá nome à Faculdade de Tecnologia localizada no bairro do Ipiranga, que passa a ser denominada Faculdade de Tecnologia - Fatec do Ipiranga Pastor Enéas Tognini.

Pastor Tognini foi o fundador da Igreja Batista do Povo (IBP) e do Seminário Teológico Batista Nacional. Na década de 1960, foi um dos líderes do movimento de avivamento espiritual, que deu origem à Convenção Batista Nacional (CBN), tornando-se presidente desta entidade posteriormente.

O Pastor Enéas Tognini faleceu em setembro de 2015, aos 101 anos de idade, após se submeter a uma cirurgia para retirada de um tumor no intestino.

Veja a íntegra do decreto:

DE 30 DE DEZEMBRO DE 2016

Dá denominação à Faculdade de Tecnologia – FATEC do Ipiranga, do Centro Estadual de Educação Tecnológica "Paula Souza" – CEETEPS, localizada no Município de São Paulo

GERALDO ALCKMIN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais,

Considerando que o Pastor Enéas Tognini como fundador da Igreja Batista do Povo e do Seminário Teológico Batista Nacional, foi um dos grandes líderes do avivamento espiritual, que deu origem à Convenção Batista Nacional, tornando-se Presidente desta entidade;

Considerando que exercia grande influência sobre lideranças batistas e de outras igrejas, tendo atuado como Presidente da Sociedade Bíblica do Brasil e, pelo seu relevante trabalho, condecorado com o título de Cidadão Paulistano; e

Considerando a proposta formulada pelo Deputado Estadual André Soares de homenagear o Ilustre Pastor atribuindo seu nome a próprio estadual,

Decreta :

Artigo 1º - A Faculdade de Tecnologia - FATEC do Ipiranga, localizada no Município de São Paulo, criada pelo Decreto nº 53.372, de 2 de setembro de 2008, passa a denominar-se Faculdade de Tecnologia – FATEC do Ipiranga Pastor Enéas Tognini.

Artigo 2º - Este decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, 30 de dezembro de 2016

GERALDO ALCKMIN
Samuel Moreira da Silva Junior
Secretário-Chefe da Casa Civil
Saulo de Castro Abreu Filho
Secretário de Governo
Publicado na Secretaria de Governo, aos 30 de dezembro de 2016.

😢 Cavalo comove família de vaqueiro morto ao 'se despedir' do dono na PB

Levado para velório, cavalo reclinou a cabeça no caixão, em Cajazeiras. Irmão do vaqueiro morto disse que vai cuidar e manter o cavalo na família.

Do G1 PB
Levado para enterro pelo irmão do vaqueiro, cavalo Sereno relinchava, batia as patas e deitou a cabeça sobre o caixão do dono, na Paraíba (Foto: Kyioshi Abreu/Diário do Sertão)

Um cavalo comoveu a família e os amigos do vaqueiro paraibano Wagner Figueiredo de Lima, que morreu em um acidente de moto na madrugada do dia 1º de janeiro. O animal foi levado para se despedir do dono - e ao ser colocado próximo ao veículo onde estava o corpo, deitou a cabeça sobre o caixão, um momento que chamou a atenção de todos que foram ao velório de Wagner de Lima. O enterro do vaqueiro aconteceu na tarde desta terça-feira (3) na cidade de Cajazeiras, Sertão da Paraíba. 
Vaqueiro Wagner Lima e o cavalo Sereno
(Foto: Reprodução/Facebook)

“Esse cavalo era tudo para ele [Wagner], era como se o cavalo soubesse o que estava acontecendo e quisesse se despedir. Durante todo o trajeto até o cemitério ele relinchava e batia com as patas no chão”, disse Wando de Lima, irmão de Wagner. Wando teve a ideia de levar o cavalo para o enterro do irmão e organizou as homenagens junto com outros vaqueiros e amigos de Wagner.

Com a morte do irmão, Wando disse que vai assumir a responsabilidade de manter e cuidar de "Sereno".

Segundo ele, o cavalo, que já estava há oito anos com Wagner vai ficar "para sempre" com a família.

Wagner de Lima Figueiredo tinha 34 anos e além de vaqueiro era funcionário da Prefeitura de Cajazeirasx, no sertão da Paraíba. Wagner morreu na madrugada do dia 1º em um acidente de moto no estado do Rio Grande do Norte. Ele estava sozinho na motocicleta no momento do acidente e chegou a ser socorrido para um hospital da cidade de Mossoró, onde passou por cirurgia, mas morreu.

Após enterro em Cajazeiras, irmão do vaqueiro morto disse que vai adotar o cavalo Sereno e manter o animal com a família (Foto: Kyioshi Abreu/Diário do Sertão
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...